Mini Imagine - Zayn Malik

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Stockholm Syndrome

    As gotículas d'água atingiam a poça fazendo um barulho ao menos relaxante para se ouvir, o cômodo calmo e escuro já não o incomodava mais, ele já havia se afeiçoado ao local e tinha se acostumado muito com o mesmo, era como se de agora em diante ele fizesse parte do mesmo, como se as aranhas que passavam pela lâmpada de luz clara fazendo sombras assustadoras de agora em diante fosse suas mais fiéis confidentes, como se o pio da coruja que se juntava a ele no lado de fora pousada a um galho já não o incomodasse mais, como se os galhos que formavam ruídos estranhos ao tocarem o vidro da única janela que ali havia não o assustasse mais. Seus lábios estavam secos por conta da mordaça que ela sempre insistia em por, a camisa cinza estava manchada e um pouco úmida por conta do suor, os cabelos molhados também por conta do suor bagunçados de uma forma completamente deliciosa, os olhos castanhos se encontravam tranquilos e calmos, as mãos postas para trás amarradas num nó perfeito, ela sempre o teve amarrado, e sempre teria. Já não era mais sua intenção achar uma maneira de sair dali, mesmo sabendo que em breve eles viriam para o encontrar. Ouvindo o ranger da porta, ele se endireitou e fingiu uma expressão de disposição, como se nunca estivera cansado, o que era verdade, em passos lentos ela decia pela escada que fazia um novo barulho a cada novo passo que ela dava, já frente a Zayn ela sorriu diabólica num misto de malicia, e Zayn conhecia bem aquele sorriso, se dissesse que não gostava estaria mentindo para si mesmo, as unhas grandes pintadas em um preto brilhante, arranharam de leve a pele nua de seu pescoço, Zayn arfou com o ato fazendo com que ela sorrisse mais ainda, e retirando sua mordaça ela cobriu seus lábios com os seus pintados de um vermelho ardente o beijando com vontade, primeiro calmamente, deslizando sua língua macia contra a língua quente de Zayn, só desfrutando por um momento da conhecida sensação, agora com um delicioso gosto de menta, Zayn tinha gosto de menta, para então exigir tudo que pudesse dele, tudo que tinha direito, puxando o lábio inferior da garota Zayn sorriu sapeca, ao que ela limpou seu lábio marcado de vermelho por conta do batom com o dedo indicador, retirando seus coturnos negros ela delicadamente colocou seu pé sobre o joelho do garoto e começou a lentamente retirar sua meia calça preta, Zayn percorria os olhos por sua perna com um desejo enorme em tê-la para si, ela sabia o efeito que ali lhe causava e por isso seu jogo de provocações não parou por ai, depois de já ter retirado por completo as meias, ela começou a desabotoar os botões da sua camisa e por fim joga-la em algum local do porão que menos lhe importava agora, deixando Zayn com uma visão privilegiada de seu sutiã negro, ele mordeu o lábio inferior esperando por mais, e ele teve mais, deslizando os shorts pelas pernas ela se livrou deles e Zayn se viu suando frio ao perceber que a garota não usava calcinha, ela gargalhou e tratou de se ajoelhar frente ao rapaz e começar a desabotoar seu jeans surrado, para em seguida se livrar dos coturnos do garoto e das meias, mordeu o lábio com força ao ver o volume que ali se encontrava, arranhando-o de leve por cima do tecido fazendo Zayn arfar com tal ato, livrando-se  da boxer preta, ela se sentou em seu joelho, e se desfez de seu sutiã, Zayn a examinava com um sorriso sem igual brincando em seus lábios, ele nunca desejou tanto alguém como a desejava agora, e lhe selou os lábios para em seguida despi-lo de sua camisa cinza, e de uma maneira inexplicável e selvagem ela rasgou-lhe a camisa apenas com as unhas, as unhas grandes desenhavam seu abdômen definido, Zayn saberia que aquelas seriam marcas nas quais ele nunca esqueceria como foram feitas, arranhando sua nuca enquanto trocavam olhares calorosos, castanhos em contato com os azuis, puxando seu cabelo com força ela o beijou ferozmente, por que não provoca-lo um pouco? Os quadris em sincronia um com o outro, até que ela se permitiu sentir aquela sensação maravilhosa, deixando que ele a possuísse por completo e inteiramente, movendo os quadris com precisão a fim de proporcionar prazer para ambos, os corpos suados pareciam cansados a ponto de parar a qualquer momento, mas as investidas nunca paravam, somente cresciam, o deslize delicioso do corpo dela sobre o dele, os pontos que ela conseguia alcançar, o prazer no qual mergulhavam sem fim. Zayn estava perto demais, ele quase sentia o gosto em sua boca, a realização desenrolando-se por seus músculos. Mais um pouquinho naquele ritmo, só mais um pouquinho. Mas então sesou atingindo uma velocidade quase nula, a fim de parar, arfando a garota colou suas testas.
- Isso é tão errado, mais ao mesmo tempo me parece ser tão certo.
- É porque é o certo (Seu/Nome) - Disse ofegando.
- Não, não é, eu tenho te mantido refém aqui por tanto tempo, que me sinto incapaz de te deixar ir agora.
- Então não me deixe, me mantenha aqui para sempre, você me tem amarrado.
- Eles estão vindo, temos pouco tempo.
- Então vamos aproveitar cada segundo que ainda temos - Selando os lábios dos dois, mantendo-os grudados enquanto voltava a se mover com entusiasmo. A cadeira na qual Zayn permanecia amarrado balançava, o suor escorria pelas costas de ambos, os olhos num contato inquebrável. Pouco bastou para que (Seu/Nome) chegasse ao seu máximo, foi como se as portas do paraíso tivessem sido abertas diante dos seus olhos. Mas então Zayn também chegou ao seu ápice, sussurrando o nome dela, alívio para seus ombros tensionados. Deslizando para longe dele, o vazio a incomodou por um momento, e a ele também. Estava pronta para se levantar pegar suas roupas e fugir enquanto tinha chance, mas algo a impediu, as palavras, palavras que ela nunca pensou que ouviria. 
- Não desista de mim agora, (Seu/Nome) - Zayn sussurrou, as energias esgotadas.
- Zayn eu... Eu preciso - Ele riu sem humor.
- Eu me acostumei a ser mantido por você, olhe o que você fez comigo, olha o que acabamos de fazer agora. Eu sei que em breve eles viram para me encontrar, e temo que você tenha de fugir, mas minha Síndrome de Estocolmo está aqui agora, eu me apaixonei por você (Seu/Nome).


 Ela não o respondeu, apenas correu os olhos azuis pelo cômodo apenas para encontrar o isqueiro, que segundos avistou perto de seu short, o alcançou e aproveitou para pegar um cigarro, endireitou-se no colo de Zayn, o olhou nos olhos, e, acendendo o cigarro rapidamente, ela o levou aos lábios, antes de tragar longamente e soprar a fumaça diretamente na boca de Zayn, que fechou os olhos e esperou a sentença, apreensivo e sem esperança alguma.
- É tarde de mais para qualquer coisa. Principalmente para nós dois.
- Não precisa ser.
- Precisa. Mas não se preocupe, não vou te deixar sem nenhuma lembrança minha - Pressionou o cigarro aceso na pele de Zayn, logo abaixo das clavículas, deixando que queimasse por um momento antes de beijar o local, demoradamente. Zayn não sabia ao certo o que predominava, a dor ou a excitação do momento, mas também sabia que aquela marca seria um lembrete cruel de tudo que havia perdido. Mas precisava restar algum tipo de tempo, algum tipo de chance para eles dois. E passando as mãos para trás ela desatou o nó da corda que prendia Zayn, se levantou procurando as peças de roupa perdidas, vestindo-as a medida que as encontrava e finalizando o cigarro, sem emoção alguma. Zayn tratou de fazer o mesmo, rapidamente, pegando as boxers e a calça que se encontrava no chão.
- Isso é um adeus, Zayn.
- Prefiro acreditar que é um "até logo".
- Por quê eu? - Ela se pegou perguntando.
- A gente não escolhe por quem se apaixona (Seu/Nome). Simplesmente acontece - Falou acariciando seu rosto com uma das mãos, ela abaixou a cabeça e ele a segurou pelo queixo erguendo-a novamente, segurou suas mãos e deu seu melhor sorriso, ao que ela correspondeu - Sentirei falta dos seus irresistíveis olhos azuis.
- Pensei que sentiria mais falta do sexo - Zayn riu anasalado.


- Também mas... - Foi interrompido por estridentes sons de sires de carros de polícias, que se aproximavam cada vez mais e... Helicópteros? 
- Droga! Eu preciso ir agora - Se soltou de Zayn e correu em direção a pequena janela retangular conseguindo passar pela mesma - Adeus Malik - Zayn ficou ali, a observando fugir sem nem ao menos se incomodar em dar um Adeus decente, parece que o que acontecia entre eles estava óbvio, óbvio até demais, mas Zayn ignorava essa possibilidade, mesmo sabendo que entre eles dois, somente um estava realmente apaixonado, e se amaldiçoava por ter se entregado tão desesperadamente para ela, por ter sido o primeiro a estender a bandeira branca, por ter desejado toca-la como nunca antes, a droga de seu perfume adocicado ainda estava impregnado em seu corpo, e em sua camisa - ou melhor o que restou da camisa - que estava sobre o chão, Zayn a pegou e inalou seu perfume, como se não quisesse esquece-la, como se quisesse recordar das melhores experiências que ela tinha lhe proporcionado, como se quisesse registra-los todos em sua memória, guardou o que restou de sua peça de roupa no bolso traseiro de sua calça jeans, e deu um meio sorriso ao perceber que a faca na qual ele usava para tentar escapar ainda estava ali, passou os olhos pelo local que agora seria apenas uma mera lembrança para ele, e percebeu que ela havia deixado para trás seu maço de cigarro e isqueiro, tratou de pega-los e guardar los, deixou de lado seus devaneios ao ouvir a porta ser arrombada com força.
- Ele está aqui! - Gritou um dos polícias - Achamos o garoto perdido - E com Síndrome de Estocolmo Zayn quis acrescentar.

Um ano depois...

   Se moveu desconfortavelmente na cama, virando-se para o outro lado foi como se o sono tivesse desaparecido, sentou-se em sua cama ainda meio zonzo, bocejou e se sentiu grato por ter lembrado de fechar as cortinas na noite anterior, por que pelo contrário o sol predominava do lado de fora, se levantando ele foi até seu banheiro e tomou um banho longo e demorado, saiu minutos depois com a toalha presa em sua cintura, vestiu sua boxer preta e seu jeans preto, caçou uma camisata qualquer com um nome de um banda na qual ele nem se lembrava e a vestiu, calçou seus coturnos negros e foi para o banheiro novamente, escovou os dentes enquanto observava seu reflexo, ali abaixou de sua clavícula a pequena queimadura que lhe trazia tantas recordações, flashes do sonho que tivera na noite anterior ainda rodavam dua cabeça, como muitas das vezes havia sonhado com ela, suspirou depois de enxaguar sua boca e secá-la com uma toalha, voltando ao quarto pegou o que sobrou de sua camisa cinza que ela havia rasgado, seu perfume ainda se encontrava na peça, e a amarrou na cabeça como uma bandana.
    Como de costume Zayn sentou-se na última mesa ao fundo do café pouco movimentado, tomando seu chá - inicialmente era café mais estava tão fraco que parecia chá - e rabiscando alguns desenhos, suspirou entediado e estava pronto para pedir a conta, quando passou perto de si rapidamente adentrando o banheiro, Zayn podia jurar que havia a visto, se levantando bruscamente ele olhou para os lados se certificando que ninguém iria vê-lo entrar no banheiro feminino, o que ele logo o fez, e lá estava ela de costas para si, passava seu tão conhecido batom vermelho enquanto se olhava no espelho, Zayn ficou imóvel sem saber que movimento ou ação deveria fazer, ela sorriu com malícia virando-se para olha-lo.
- Foi um "até logo", afinal - Zayn não pode evitar o que aconteceu a seguir, e ela não queria que evitasse, entrelaçando suas pernas ao redor de sua cintura, Zayn passou as mãos pelas coxas da garota, a colocando sobre a pia de mármore e a beijando desesperadamente, luxúria e desejos estavam presentes no beijo, o corpo de ambos respondiam ao ato, o calor subindo-lhes a espinha, Zayn apertava suas coxas com forças ao que ela respondia com fortes mordidas em seu lábio, a sensação de finalmente poder tocá-la era inexplicável, separaram-se por falta de ar, com as mãos em seu ombro ela o trouxe para mais perto dando-lhe um selinho,  e então desceu uma das alças de sua blusa pouco descente, deixando a mostrar uma tatuagem que agora habitava o local, escrito em árabe o nome do amado, Zayn sorriu com o que leu, e começou a distribuir beijos quentes pelo local, e puxando-lhe os cabelos ela mordeu o lóbulo de sua orelha logo após de sussurrar.
- Espero que ainda esteja com a Síndrome de Estocolmo.

FIM 

Oi meus amores! Voltei aqui com o imagine do Zayn hahaha espero que gostem desse imagine, ele é bem safadenho, mas tenho certeza que vão gostar, começo escrever o do Niall hoje, e assim que termina-lo volto aqui para posta-lo, ah e mil desculpas pela falta de gif, é um lixo ficar sem computador tanto que escrevi esse imagine todo pelo celular, e o máximo q consegui foram esses dois gifs, bom melhor do que nada né? Até pediria para a Bea fazer o favor de por os gifs pra mim, mas ela esta tão ocupada com o imagine do Harry que nem ao menos perguntou se eu queria ajuda com os gifs... Mas tudo bem né? Me virei da maneira que pude, por isso ai esta hahahaha prometo q assim que escrever o do Niall vejo se posso por os gifs pelo computador da minha vó, eu meio q desabafei aqui né? Hahahaha mil desculpas por isso gente, enfim, comentem tudo e não me escondam nada digam tudo que gostaram nesse imagine e se não gostaram prometo tentar melhorar, e uma dica, um bom jeito de me ganhar é com comentários grandes :) Amo vcs <3 - Sara xoxo

Frenemy - Capítulo sete / 1° Temporada

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Capítulo sete - Bloody Mary

Acidentes não acontecem acidentalmente

Antes

- Niall. Arcanjo, seu protetor ou anjo da guarda se preferir.
- Isso... Isso é sério?


- Louis, não seja mentiroso. Eu tenho percepção sobrenatural sabia?
- O que você procura não é o Harry, eu juro.

- Olá crianças, o que acham de me ajudarem em uma coisa?

Agora

Zayn Pov.

- Crianças não!! - O pai gritou desesperado enquanto entrava exasperado pela grande porta de vidro do edifício, sorri malvado e apertei o botão do último andar e logo as portas do elevador se fecharam, deixando John com uma expressão perplexa. Dentro de alguns minutos o elevador pára e as portas se abrem, estávamos na cobertura do edifício, saímos do elevador e as crianças me observavam curiosas.
- Fiquem aqui okay? Não se movam, eu vou resolver uma coisa - Retiro do meu bolso as duas truffas e entrego uma para cada e eles sorriem em agradecimento.
- Mas e quanto ao papai? 
- Vai ficar tudo bem com o pai de vocês, iremos apenas conversar okay? - Bagunço o cabelo do garotinho com as mãos e ele sorri com a boca toda suja de chocolate.
  Dou meia volta indo em direção ao elevador enquanto ajeito minha jaqueta e entro no mesmo, aperto o botão do térreo e espero até que ele pare no lugar de destino, e para minha surpresa assim que as portas do elevador se abrem encontro John, que assim que me vê entra no elevador rapidamente e me agarra pelo colarinho.
- O que você fez com meus filhos?! - Cospe as palavras em meu rosto e eu sorrio.
- Não é o que eu vou fazer com seus filhos, e sim oque você vai fazer com eles - Ele me olha confuso e ainda com o sorriso no rosto coloco uma de minhas mãos no seu ombro e da minha boca saí uma fumaça preta, que entra em sua boca, fazendo com que seus olhos fiquem completamente negros, ele me solta e ergue a cabeça e me olha sorrindo maléfico - Você já sabe oque fazer John - Digo e saio do elevador e ando em direção a saída do edifício. 

Narrador On.

   Sirenes altas cobriam toda a cidade de Paris, muita movimentação e pessoas curiosas cercavam o grande edifício, onde se encontrava um pai louco que ameaça jogar seus dois filhos do alto do edifício, a polícia havia cercado o local para que ninguém entrasse. Ao ouvir o barulho das sirenes, Louis, Niall e Harry logo notaram que havia alguma coisa de errado, Niall e Harry se entreolharam e saíram correndo em direção ao edifício deixando Louis para trás, que não demorou muito e logo se pôs a correr para tentar acompanha-los, chegando frente ao edifício que estava completamente cercado por olhares curiosos, que tinham sua atenção para o alto do edifício onde John gritava que iria jogar as crianças, Harry despista alguns policias para que Niall possa entrar no edifício e fazer seu trabalho como Arcanjo, Louis estava no meio da multidão de pessoas olhando para cima assim como todas elas, porém algo tirou sua atenção, numa certa distância, um homem de cabelos negros, olhos castanhos, um sorriso nos lábios, camisa xadrez vermelha, jaqueta de couro preta, jeans escuro, e uma bota preta, Louis o olhou semicerrando os olhos e ele sorriu mais ainda e fez um gesto com a cabeça para que Louis o seguisse e assim ele o fez, o seguindo até um beco completamente deserto, e lá estava o homem misterioso com um pequeno ser nas mãos, a vida não estava mais em seus olhos, Louis se aproximou mais dele, e logo ele deixou que sua voz aveludada soasse.
- É inevitável, um dia isso acontecerá com todos - Ele fala brincando com o pássaro morto que está em suas mãos, Louis engole um seco e se aproxima mais dele.
- É.
- Mas por que não brincar um pouco com a morte? - Sorrindo ele fecha sua mão em punho e logo a abre novamente e o passarinho sai da mesma com vida e se põe a voar - Voi' la.
  Louis tinha os olhos arregalados, não podia acreditar no que havia acabado de presenciar, ele havia feito mesmo o que ele pensava ter feito? Ou foi só coisa da sua cabeça? Ele era bruxo ou algo do tipo?
- Não Louis, eu não sou um bruxo, se é isso que está pensando - O garoto ficou sem fala, como ele havia feito isso? Como ele sabia no que Louis estava pensando? Talvez, fosse médium ou algo do tipo - E não, também não sou um médium.
- Co-como consegue fazer isso?
- Isso oque? - Questiona brincalhão olhando para Louis que mantinha sua expressão surpresa.
- I-isso, quer dizer, trazer a vida de volta para aquele passarinho e poder saber oque estou pensando.
- É só uma coisa minha, não se preocupe que com um pouco de prática você também poderá fazer isso.
  Louis estava pronto para responde-lo quando escuta Niall gritar seu nome, Zayn sorri debochado e fala.
- Parece que seu amigo está te procurando.
- Érr... eu vou... - Ele indica para a saída do beco e Zayn faz que sim com a cabeça.
- Logo você será um dos meus Louis. 
O garoto o ignora e faz que não com a cabeça e continua andando, depois de estar em uma distância aceitável do local aonde estava, ele se vira para ver se aquele ser misterioso ainda estava lá e não encontra nada além de o vazio.


5 DIA DEPOIS...


   Já provavelmente se passava da meia-noite mas ainda sim três garotas que tinham entre 12 e 14 anos riam muito alto. Era apenas uma festa do pijama comum, ou pelo menos elas achavam que era. Melody riu e mais uma vez girou a garrafa, que apontou para Penny.
- Verdade ou desafio Penny?
- Desafio - Disse a garota decidida.
- Eu te desafio á... Hum... Dizer Bloody Mary três vezes - Respondeu animada.
- Não tem nada melhorzinho não?
- Ah vamos lá Penny, não vai nos dizer que tem medo de fantasmas? - Pronunciou Amy pela primeira vez naquela rodada arqueando uma das sobrancelhas. Penny preparou sua objeção mas acabou por se render bufando.
  Pegou uma das velas que haviam acendido e subiu as escadas que levavam até o banheiro do segundo andar. Entrou no banheiro fechando a porta atrás de si e colocou uma das velas na pia, suspirou.
- Bloody Mary... Bloody Mary... - Agora uma brisa fria começava a apagar a vela, Penny tinha medo mas não queria mostrar isso ás sua amigas - Que coisa idiota... - Admitiu - Bloody Mary.
   Nada aconteceu, ali só haviam apenas o silêncio e Penny. Mas então ela ouviu uma barulho na porta, parecia alguém tentando entrar Penny agora já estava muito assustada. Abriu a porta abruptamente e deu de encontro com duas garotas que riam descontroladamente de seu desespero.
- Suas idiotas - Disse ainda assustada mas agora rindo.
- Meninas, será que podem falar mais baixo?
- Foi mal papai.
- Desculpem senhor Shoemaker - Disseram as outras duas em coro.
   E enquanto desciam as escadas em direção a cozinha as garotas sumiram de seu campo de visão e então seu pai se dirigiu até o banheiro, andava tranquilo pelo corredor sem saber que estava sendo observado. 


    Abriu a porta do espelho e tirou de lá seus remédios que tomava frequentemente. Colocou-os todos na boca de uma só vez, forçou os olhos em seu reflexo no espelho e oque viu o fez engasgar.
   No andar de baixo as garotas conversavam animadamente enquanto bebiam suco e riam. Bernadette ou Bernie - como gostava de ser chamada - acabara de chegar e agora toda a atenção estava levada á ela.
- Olá figuras, estão se divertindo? - Disse apoiando seu queixo no corrimão e observando as garotas.
- Você já passou do seu horário - Penny protestou.
- Falou pai - Caçoou enquanto subia as escadas.
  Subiu ás escadas mas parou ainda no começo do corredor, onde viu sangue. Engoliu em seco se aproximando e abriu a porta devagar. Ainda sem se dar conta do que havia acontecido Bernie gritou o mais alto que pôde.



[...]


   Caixas e mais caixas de papelão, o quarto de hóspedes - agora de Niall - se resumia á isso. Era o segundo dia desde que ele se mudaram para lá e ainda não havia tirado suas coisas das caixas.
- Bom dia Louis - Se sentou na ponta da cama e disse animado o que Louis ouviu baixo ainda por conta do sono que sentia.
- Bom dia Niall - Disse ignorando o fato de este tê-lo acordado - Vejo que já se acostumou ao lugar? - Disse se referindo a tigela de cereal com leite que Niall comia.
- Não tem isso de onde eu venho - Apontou com a colher e pegou mais um pouco. Louis apenas riu negando.
- Será que pode...? - E apontou em direção á porta de seu quarto.
- Ah claro - Disse e se dirigiu até a mesma.
- Hey Niall! - E ele se virou arqueando as sobrancelhas, pois sua boca estava cheia de seu café da manhã e o leite lhe escorria pelo canto da boca - É impressão minha ou você está mais legal?
- Bem, nós teremos de conviver não é? - Disse e Louis riu assim como ele.




[...]


- Louis qual é? Você tem o seu notebook.
- Descarregado - Disse sem tirar os olhos do monitor e deu uma mordida em seu sanduíche.
- Mas isso não é problema meu.
- Minha casa, minhas regras - Disse se jogando no sofá ao lado de Niall que riu rendendo-se.
   Louis percebeu que agora sendo um caçador nunca havia agido como tal, mas decidiu que esse dia seria diferente. Abriu o site do jornal local de Paris para tentar achar algo estranho, o seu tipo de estranho. Pareciam todos casos comuns da polícia, mas um o chamou mais a atenção. ''Homem têm os olhos arrancados, filha encontra o corpo.'' Clicou no título e enquanto terminava seu café deu uma olhada na matéria.
- Oque acham? - Disse virando o notebook para Niall e seu vô que leram o título e logo depois trocaram olhares. Enquanto pegava suas armas e coisas que achou que poderia precisar deixou o notebook com seu avô e Niall que terminavam de ler a matéria.
Desceu as escadas e parou frente á Niall jogando seu sobretudo bege em seu colo.
- Aonde vamos? 


   Disse mais ainda assim vestiu a peça que Louis jogara.
- Vamos dar um pequeno passeio em Lyon - E sorriu, ao que Niall deu de ombros.


[...]


- Já chegamos - Anunciou Niall á Louis - que não perdera a mania de agarrar-se ao amigo quando estava na moto.
- O que acha que realmente aconteceu com esse cara? - Disse Louis tirando o capacete.
- É oque vamos descobrir.
  A moto estava estacionada á poucos metros da casa. Louis e Niall desceram se dirigindo á mesma, a porta estava aberta mas ainda sim Niall bateu fraco e educadamente anunciando sua chegada. Louis olhou em volta onde viu uma mesa com flores e um porta-retrato onde havia uma foto de George em preto e branco. Havia pessoas conversando baixo por toda á casa, todas vestidas em preto.
- Parece que estamos mal vestidos - Disse Niall pouco antes de um homem de meia-idade os atender e lhes mostrar onde se encontravam á família de George.
  Bernadette e mais duas amigas estavam sentadas em um banco branco conversando atrás da casa.
- Oi... Hum... Nossos sentimentos.
- Obrigada.
- Sou Louis, esse é Niall, éramos amigos de seu pai - Disse e elas trocaram olhares.
- É mesmo?
- Pois é, que coisa, foi derrame? - Disse Niall de supetão e a garota desviou seu olhar a seu colo.
- Eu acho que ela não quer falar sobre isso agora - Disse a loira ao seu lado.
- Tudo bem, tá tudo bem - Respondeu-a.
- Quais foram os sintomas? Tonturas, enxaqueca...
- Não.
- É por que não foi um derrame - Disse pela primeira vez Penny, que todo tempo esteve sentada ao seu lado de costas.
- Não fala assim - Repreendeu-a - Me desculpem, ela tá nervosa.
- Aconteceu por minha culpa.
- Querida, não foi - Disse sua irmã.
- Penny, por que está dizendo isso? - Disse se agachando á sua frente.
- Antes de ele morrer eu disse.
- Disse oque?
- Bloody Mary três vezes no espelho do banheiro - Olhou para Niall que suspirou - Ela arrancou os olhos dele. É oque ela faz.
- Penny, não foi assim que o meu pai morreu, não foi sua culpa - Disse a irmã protestando.
- Eu acho que sua irmã tem razão, Penny - Ela levou seu olhar a Niall - Não podia ter sido Bloody Mary, não foi seu pai quem falou, foi?
- Não, eu acho que não - Disse e Nial arqueou as sobrancelhas.
  Niall e Louis escaparam enquanto tiveram tempo e se dirigiram dentro á casa, especificamente ao banheiro.
- A lenda de Bloody Mary. Seu avô achou provas que era real?
- Não que eu saiba.
- Em todo o lugar, por todo o país a crianças brincam disso e ninguém nunca morreu.
- Mas aqui é real.
- O lugar onde a lenda nasceu - Completou - Segundo a lenda, a pessoa que diz... - E abriu a pequena porta do espelho em direção á Niall que fechou rápido - A pessoa que diz você sabe oque morre, mas aqui... 
- O pai morreu no lugar - Agora o amigo completou - Nunca vi algo assim. Mas o cara morreu em frente ao espelho, a filha tem razão, a lenda diz que você sabe quem arranca os olhos.


- Vale á pena investigar.


[...]


- Achou alguma coisa? - Disse se sentando na cama.
- Além de um novo grau de frustração? Não.


E fechou um livro á sua frente - Eu pesquisei tudo, poucas mulheres aqui cometeram suicídio diante de um espelho, Laura e Katherine. Um espelho gigante caiu em cima de um cara chamado Dave mas nada de Mary.
- Droga - Se jogou na cama.
- Não liga não, ainda tem muito mais pra pesquisar - Olhou na ponta de sua cama onde havia uma alta pilha de livros. Niall se levantou em direção á saída.
- Onde você vai?
- Fazer um lanche.
- É, essa vai ser uma longa noite - Disse abrindo e colocando um dos livros sobre seu rosto.

Continua...

Hey Hunters! Gostaram desse capítulo tanto quanto eu gostei de escrevê-lo? Espero que sim! :)
Essa foi a primeira caçada do Louis, mais ainda terão muitas, oque acham hum? Um pouco assustador, não? Comentem oque acharam desse capítulo o que gostaram e o que não gostaram, ah e vocês acham que o Louis fez o certo em não ter chamado o Harry para ir junto? Ou vocês acham que ele deveria tê-lo chamado? 
Muito obrigada mesmo por todos os comentários vocês são demais amores! Comentem esse também e me deixem ficar sabendo tudo que estão achando! Beijos amores amo vcs - Sara xoxo

Mini Imagine - Liam Payne

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Change Your Ticket

    Liam sorria sem um motivo aparente, seu corpo se encontrava em êxtase e ele se sentia no paraíso, todos seus músculos estavam relaxados, e aquela sensação maravilhosa o tomava por completo, soltando um longo suspiro e se espreguiçando na grande cama de hotel de lençóis brancos, que agora havia se tornado imensa com a ausência de alguém ali. Virando-se, Liam teve visão privilegiada do corpo feminino á sua frente, o corpo pequeno e pertencente a ele - tal como na noite anterior -, ele escorregou os olhos por suas coxas fartas e subindo o olhar ele os fixou no traseiro da garota. Um sorriso preguiço lhe surgiu nos lábios.
- Acordada tão cedo - Disse Liam bocejando logo em seguida.
- Tenho que me adiantar se quiser pegar o primeiro voo para Flórida - Diz se olhando no espelho enquanto vestia sua calcinha.
- Flórida? - Suas sobrancelhas se juntaram num V - O que vai fazer lá? - Perguntou frustrado.
- Preciso voltar Liam, venho lhe dizendo isso á dias -  Respondeu terminando de fechar o sutiã rosa claro.
- Pensei que ficaria o final de semana todo aqui - Se sentou na cama cobrindo as pernas com um lençol branco.
- Mudança de planos - Vestiu seus jeans skinny. Liam suspirou pesado e se jogou na cama fitando o teto.
- Aquele assunto de novo?
- Sim Liam, aquele assunto de novo - Vestiu sua regata branca e virou-se para olha-lo, se arrependendo logo em seguida, pois não pode evitar os pensamentos que lhe rodaram a cabeça ao ver o garoto daquela maneira.
- Pensei que tivéssemos resolvido isso - Bufou.
- Por que quer tanto que eles não saibam? - Se sentou numa das poltronas creme que haviam no quarto e se apressou em calçar os sapatos de salto - Tem vergonha de mim? - Arqueou uma das sobrancelhas. Liam rapidamente negou com a cabeça antes de responde-la.
- Claro que não (Seu/Nome)! Isso jamais me passaria pela cabeça, não seja boba.
- Então me dê uma boa razão para acreditar em você.
- Tente entender meu amor, eu não quero essa vida para você, sei o quanto preza sua privacidade e não quero que isso seja afetado.
- Prezava, a partir do momento que eu comecei a ter de dar alguns trocados para os seguranças para poder conseguir entrar em seu quarto. Eu sou o que? Uma prostituta?
- Meu amor, não é bem assim...


- Claro que é Liam! - Gritou irritada enquanto começava a jogar suas roupas em sua mochila e logo em seguida a jogar nos ombros.
- Você está estregando todo o momento - Se levantou indo em direção a garota e colocando uma de suas mãos em seu rosto e acariciando a maçã de seu rosto com o polegar.
- Mas que moment... - Não conseguiu prosseguir pois Liam a silenciou com um beijo calmo e lento, e levando uma das mãos até seu ombro, começou a escorregar lentamente a alça de sua mochila pelo seu braço, até que a mesma já se encontrasse no chão. Girando os calcanhares, Liam delicadamente a deitou sobre a cama, e se dedicou a pele nua de seu pescoço, beijando cada traço do mesmo, a cada beijo molhado (Seu/Nome) se deixava levar fechando os olhos para aproveitar o momento, relaxando seu corpo aos poucos, quando estava nos braços de Liam era como se perdesse todos os sentidos e seu corpo não respondesse mais por si, acariciando sua barriga, Liam lentamente começou a levantar sua regata e foi ai que por um impulso, bem la fundo, um traço de sua sanidade gritou a alertando que deveria voltar á real, e rapidamente se esquivou de Liam, o empurrando para que saísse de cima de si.
- Algo de errado?
- Eu realmente preciso ir - E tratou de se apressar em se levantar, quando uma mão quente segurou firme seu pulso.
- Nós temos tempo de sobra, (Seu/Nome) - Falou calmo.
- Não, não temos,
- Você provavelmente deveria ficar uns dias a mais - Implorou a fitando com seus olhos castanhos, incrivelmente sugestivos.
- Eu posso ficar - Se deu por vencida e Liam não pode conter um sorriso - Com tanto que você conte á todos sobre nós - E logo seu sorriso se transformou em uma linha fina.
- Nesse caso, pode ir então - E soltou seu pulso, deixando que seus dedos a tocassem uma última vez.
- Imaginei que sim - Respondeu e rapidamente pegou sua mochila novamente a colocando sobre os ombros, e seguiu em direção a porta.
- Isso não precisa acabar - Proferiu uma última vez, (Seu/Nome) o ignorou revirando os olhos, para em seguida fechar a porta com um baque alto que ecoou pelo quarto.


    Ela ainda repassava toda sua conversa com Liam na cabeça enquanto tentava dar um jeito em seu cabelo no espelho do elevador, ela sabia que também não seria fácil dizer para todo mundo que ele escondia um relacionamento mas com certeza não era justo com ela agir como um nada, alguém que ele pode ter a hora que desejar assim como pode despachar a hora que desejar. Ela começava a cogitar a possibilidade de Liam não querer um relacionamento sério ou ter medo de um. Assim que as portas se abriram ela saiu em passos largos e firmes até o hall de entrada arrastando sua mala pelas rodinhas, ela já podia ouvir os agudos e estridentes gritos de meninas, e claro, alguns comentários maldosos. Ela realmente não se importava com isso há algum tempo, são apenas garotas que o amam assim como ela o ama. Suspirou desviando timidamente sua atenção ao seu celular, não havia nada em que ela fosse usar nele mas só era um modo de tentar ignorar os milhões de olhares levados á ela.
    Esperou durante um tempo - um longo tempo - um táxi que a levasse até o aeroporto. Colocou sua mochila e mala no porta-malas e abriu a porta do veículo visualizando uma última vez o hotel e a janela do quarto de Liam onde este também a observava, acenou fraco com a mão para ela que ignorando adentrou ao veiculo.
     Liam ainda não havia se conformado que ela havia ido embora, ela prometeu que ficaria, não se descumpre promessas assim. Não dava para ele simplesmente gritar na varanda ''Hey vocês, eu estou namorando e não contei a vocês por motivos não aparentes'', quem dera fosse fácil assim. Ele assinou o contrato, poderiam fazer qualquer coisa com ele e também com (Seu/Nome) se soubessem. Mas ele tinha de admitir que era um pouco covarde por não ter coragem de contar, ele temia que fizessem algo com ela, era ela a razão de tudo, só provavelmente não sabia. Ele só pediu mais um tempo, apenas mais alguns dias para que estivesse pronto para contar, porém para ela parece que esse tempo já havia se esgotado. Ele tinha de contar ela já havia esperado tempo de mais, Liam tinha de confessar. Essa rotina estava difícil até para ele, era tortura vê-la apenas nos dias de folga ou em alguns dos finais de semana mas ele tentava não pensar nisso enquanto estava com ela, ele tinha de aproveitar.
    Havia realmente algo que a impedisse de ficar com ele? Havia um motivo concreto para isso? Provavelmente não, ela não se importava com algumas fãs e seus comentários maldosos, assim como não se importava se todos a odiassem. Okay, definitivamente Liam tinha de tomar coragem e contar, era apenas ele. Ele estava decidido á isso, iria contar, e ficaria do seu lado para o que quer que houvesse, não importava o que acontecesse. 
     Então quase que instantaneamente Liam correu para em direção a porta, já estava esperando o elevador quando se deu conta que estava completamente nu, xingando algo sem motivo aparente, ele se apressou em entrar em seu quarto novamente, e caçar seus jeans que minutos depois ele encontrou jogado ao lado da TV, um sorriso sapeca brincou em seus lábios ao lembrar como a peça havia ido parar ali, depois de já tê-la vestido ele calçou seus coturnos marrons escuros e pegou sua camisa social azul clara e correu porta a fora, por uma grande sorte a porta do elevador acabará de abrir, adentrando na mesma, Liam abotoava os botões da sua camisa inquieto. Assim que havia chegado ao estacionamento ele se adiantou em entrar no carro e logo dar a partida girando a chave na ignição, assim que se pôs para fora do hotel, foi possível se ouvir vários gritos estéricos acompanhados de várias adolescentes que se jogavam frente ao carro, Liam bufou irritado, ele amava suas fãs mais que tudo na vida, mais naquele momento elas não estavam ajudando em nada no seu "grande ato de amor", virando a esquina numa rua próxima ele já se via livre de toda aquela muvulca, e dentre alguns minutos estacionou o carro frente a uma floricultura, lia-se em letras garrafais grandes e rosas "Flores Flor's", já dentro do estabelecimento, uma senhora simpática o perguntou como poderia ajudá-lo, e ele logo lhe disse o que queria.
- Um buquê com seus melhores lírios, por gentileza - E sorrindo a mulher se virou para atender ao seu pedido.
- Quem é a jovem de sorte? - Perguntou tentando puxar assunto com Liam. Limpando a garganta ele lhe respondeu.
- A garota mais linda desse mundo - Seus olhos brilharam ao lembrar de sua adorável (Seu/Nome) - Minha namorada. Acabei por cometer um grande erro e estou tentando concertar minha burrada - Disse fazendo um bico fofo ao acabar de falar.


 A mulher sorriu com isso, e voltou lhe entregando um buquê com lindos e grandes lírios amarrados em uma fita de cetim verde limão.
- Não querendo me intrometer em seu ato romântico, mas não seria melhor levar um belíssimo ramo de rosas para a adorável moça? - Estendeu as mãos mostrando as belas rosas que ali haviam. Liam negou com a cabeça sorrindo.
- Ela me mataria se leva-se rosas, sempre achou muito clichê - A mulher riu e assentiu com a cabeça entendendo o ponto de vista do rapaz. E deixando no balcão o dinheiro do buquê, Liam correu em disparada para seu carro.
   (Seu/Nome) colocou sua bagagem na esteira que as levava até o detector de metais e se dirigiu até a fila para fazer o check-in, ela ainda não havia esquecido a discussão com Liam e estando no aeroporto fazendo o check-in para ir para longe dele ela sentia ainda mais vontade de esquecer tudo e voltar para os braços dele, mas estava decidida, ela iria para Flórida.
  A velocidade em que Liam ia era desnecessariamente alta porém por um bom motivo. Estacionou e saiu apressado dali correndo até o aeroporto, olhou no relógio,  restavam apenas alguns minutos para que o voo de (Seu/Nome) saísse,  eram apenas alguns minutos porém ele ainda tinha tempo.
- (Seu/Nome)! - Gritou ao que foi rodeado de calorosas fãs. A garota olhou até ele ao ouvir sua voz mas apenas negou com a cabeça. Liam bufou mas posou para umas fotos e deu alguns autógrafos desajeitados. E então ao longe à viu, ela caminhava de cabeça baixa até o avião.
 - (Seu/Nome) espera! - Gritou e ela parou ao longe de braços cruzados.
   Olhou em volta e parou seu olhar num megafone de um dos funcionários do local e o pegou enquanto este o amaldiçoava. Subiu numa das cadeiras dali e teve todas as atenções levadas a ele ao ligar o megafone.
 - (Seu/Nome) me perdoa, eu sei que fui um idiota, um covarde por esconder meu amor, mas o que eu fiz foi por você,  para protegê-la, eu tinha medo do que podia acontecer á você, você não merecia isso, a melhor namorada do mundo merece ser tratada da melhor maneira possível. Mas agora quero que saiba que eu vou estar aqui pra você, e que enfrentarei tudo que for preciso ao seu lado, mas tenho uma condição. Volta para mim, me deixe mudar sua passagem e volte para mim - Pediu com afeto no olhar.
  E ela sem resposta correu até ele com lágrimas nos olhos, o abraçou e deixou que Liam a abraçasse como nunca antes.
 - Eu te amo Liam - Disse sorrindo e puxando pela nuca para um beijo. Um beijo de desespero mas ao mesmo tempo de alívio, um beijo lento mais caloroso.


Não se era possível para eles ouvirem o que acontecia ao fundo mas pessoas aplaudiam e algumas soltavam uns "anwws" suspirando. E ao abrirem os olhos novamente (Seu/Nome) e Liam souberam, não havia país,  nada, nem ninguém que pudesse separá - los desde que tivessem um ao outro.


FIM

  Muito fofo, não? Espero que tenham gostado desse imagine cute com nosso gordo delícia - hahaha para com isso Sara '-'.
   Esse imagine foi bem clichê e bem tradicional mais de um modo diferente, não é? Hahaha, como podem ter visto e reparado, a inspiração para esse imagine foi a Música Change Your Ticket do Four :') por que essa música é perfeição e merece uma história, concordam? Eu e a Bea o escrevemos juntas, cada uma teve uma parte e juntando todas as ideias deu isso, e ai formamos uma boa dupla?
   Estamos prontas para escrever ainda mais imagines, e um pouco de tudo, o próximo será um imagine do Louis ou do Zayn - depende quem terminar primeiro - o do Louis será escrito pela Bea, caso ela termine ele primeiro de certo o postara primeiro, o do Zayn eu vou escrever e é o mesmo esquema, se eu terminar antes posto antes :) Blz? Ah e, a Bea vai escrever um do Harry também, e eu um do Niall.
     Não se acanhem em comentar, digam tudo e não escondam nada, ouquei? U_U
Quero saber tudo nos minuímos detalhes, digam tudo que gostaram nesse imagine, e se somos boas ou não para escrevermos mais. Beijos amoras do meu jardim, amo vocês - Sara xoxo

Mine – Capítulo Um

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Capítulo O1 – Wrong
  “Nobody ever told her it's the wrong way” – Sublime

 Nunca lhe disseram qual seria o caminho certo a ser escolhido, SeuNome sempre iria escolher o contrário mesmo se a dissessem. Era teimosa, tinha certeza. E mais uma vez suas escolhas a fizeram arrependida e culpava-se eternamente por ter se enganado. Passaram-se sete anos; sete anos em que estava casada. Mulheres com sua idade achariam tal coisa esplendida, ninguém que conhecesse tinha um relacionamento tão estável como o dela, mas não se orgulhava. Ninguém sabia o que acontecia por trás das portas grossas e altas de sua casa, essa pelo qual achava exageradamente grande.
 Olhava a sua volta; estava tudo tão diferente agora. Percebia que estava sozinha na imensidão dos cômodos brancos, os móveis eram claros e algumas peças da sala eram pretas. Nada fora escolhido por ela ou então, tudo estaria com cores vivas. Passou a pequena mão pelo pescoço, folheando o livro em seu colo sem interesse. Sinceramente, não prestava atenção no que nele continha, nas pequenas palavras que deviam ser elas escritas com bastante criatividade e esforço. Queria seriamente sair do local, mas Nolan não permitiria que isso acontecesse.
 Depois de casada, apenas um ano fora amada corretamente, mas a possessão estava no relacionamento. Tornando os outros seis anos terríveis. SeuNome era proibida de sair, proibida de conhecer pessoas novas, proibida de qualquer coisa que não envolvesse seu esposo. Tinha apenas vinte e três e achava que, como qualquer mulher da sua idade, obtinha liberdade. Estava errada, totalmente errada. 
 O contato que tinha com os pais era pouco, apenas ligavam para saber o estado de Connie e às vezes questionavam como SeuNome estava, mas nada que tivesse a mesma emoção. Errou ao fugir? Falava para si mesma que não, mas sabia que mentia. Ainda se encantava com Nolan e esforçava-se para que o relacionamento não acabasse. Não queria que isso acontecesse, o amava mais que tudo.
 E se preocupava com isso. 
 — O que está pensando? — Connie que até então se manteve calada, pronunciou-se olhando de soslaio para a irmã. — Nunca vi você dessa forma, inquita apenas por ler.
 — Meus pensamentos não deveriam te interessar. E por que não foi à universidade hoje?
 Quieta, a jovem Lawson revirou os olhos, esticando ainda mais as pernas na cama de SeuNome. Não a devia satisfação por faltar, faltou porque queria e o problema era seu. Mas a devia respeito. Estalou os dedos, fazendo com que a mais velha quisesse xingá-la.
 — Porque sim — SeuNome não ficou convencida e Connie notou. Ninguém faltava de algo “porque sim”. — Não temos aula.
 — Espero que não esteja me enganando — levantou os olhos, observando a garota sorrir amarelo e perguntar descaradamente:
 — Onde está Nolan?
 SeuNome deixou o livro na mesa ao seu lado, a boca entreaberta admirada com a audácia de sua irmã. Por que queria saber onde Nolan se metia? Deveria ser isso fora de seu interesse, já que ele não era nada de seu cunhado. Queria a mais velha acreditar em tal, mas algo a incomodava de certa forma absurda. Connie era próxima demais de seu esposo, isso era normal? Sentia que não.
 No mesmo instante em que seus pensamentos estavam longe e as bochechas queimavam intensamente de raiva, Nolan aparecera tirando apressadamente a gravata cinza de seu pescoço. Os cabelos que antes eram em um topete cacheado, agora estavam próximos aos ombros do homem, mas sempre os mantinha presos em um elástico. A barba por fazer, crescendo e tornando-o mais sexy que o normal. Os olhos em azuis cristalinos e chamativos estavam mais atraentes com os detalhes capilares. Mas nada disso diferenciava a atração que SeuNome sentia por ele. 
 Olhara direto para sua cama, irritado por Connie estar ali. Aquele era seu lugar sagrado, onde poderia descansar ao lado de sua esposa a vontade, mas todas às vezes que entravam no maldito quarto, Connie o observava sorrindo e satisfeita por vê-lo. Não odiava a garota, apenas se chateava por seus atos irrelevantes.
 Pousou as mãos nos ombros frágeis de SeuNome, acariciando-os de leve e logo em seguida depositando um beijo carinhoso no topo de sua cabeça. Não poderia negar que de todas as mulheres escolhera nSeuNome por ser a mais bonita e desejada, hoje deveria proteger essa beleza apenas para desfrutá-la depois.
 — Como foi seu dia? — Connie, parecendo claramente irritada com aquela situação, sorriu de lábios fechados.
 — Meu dia seria ainda melhor se saísse daqui.
 A garota manteve o sorriso, indo a passos largos para a saída do quarto. Como ele tinha esse direito? Não poderia Nolan tratá-la dessa maneira, tão grosseira. Connie sentiu ciúmes, ele poderia gostar dela também a maioria dos rapazes de sua classe na Universidade eram da mesma maneira que Nolan; atraentes, sedutores e com alguém ao lado, mas que faziam questão de trair. Mas havia seriamente a questão de idade entre ambos. 
  Quando perceberam que Connie não estava mais presente no cômodo, Nolan abrira os botões de sua camisa branca. SeuNome fixava seus olhos no corpo bem definido do homem a sua frente. Sua idade era de vinte e sete agora, mas não parecia para alguém que comanda uma empresa gigantesca como a dele. Partira para o banheiro, desfazendo-se dos sapatos de calças no caminho. A loira odiava a sua desorganização, a deixava nervosa apenas pelos atos do esposo.
 Colheu as roupas do chão e as colocara em cima da cama. No criado-mudo, estava o celular, no qual nem notara que ele o colocara ali. A curiosidade falou mais alta quando o mesmo fizera um apito, SeuNome segurou-o nas mãos de fez em quando olhando para a porta do banheiro. Mensagens eram muitas, sete de um que em seu nome estava como Payne e outras três de uma moça, Lucille.
 Novamente observou a porta, indecisa se devia ou não abrir as mensagens.
 Então, abriu as de Payne. Cada uma fazendo perguntas, perguntas essas que SeuNome não entendia. Nolan dera certeza que ia pra França? Ou melhor, Nolan iria fazer o que na França? A última viagem que apenas ele fora, aconteceu há dois meses e dizia que todos os negócios por lá estavam resolvidos e, agora, teria que voltar? Ela achou um completo absurdo, seu rosto formou uma carranca enraivecida e triste. 
 Ele iria deixá-la desamparada mais uma vez?
 Depois de longos segundos, Nolan saíra do banheiro, a toalha cinza em sua cintura enquanto outra menor estava sendo chacoalhada pelos cabelos. SeuNome fixou-se nele, enraivecida por ele ter que ir mais uma vez. Percebendo no mesmo instante, o homem virou-se para ela e logo para o celular em sua mão, torceu mentalmente para que não tivesse visto as mensagens de Lucille.
 — O que aconteceu, querida?
 — Você vai me deixar... de novo? — a voz falha dava sinais do quão nervosa estava. Deixou com calma o celular em cima da cama e se aproximou de Nolan.
 — Não vou — suspirou —, leu as mensagens de Payne? — SeuNome assentiu e o alivio pode ser claro no rosto do rapaz que logo passou as mãos pelos cabelos de sua esposa, pensando seriamente como ela poderia ser tão bonita estressada. — Não irei demorar.
 Eram essas mentiras. Nolan demorava e iria abandoná-la mais uma vez naquele ano. SeuNome queria dizer algo, mas não conseguiria se expressar, não iria conseguir encontrar bons argumentos para combatê-lo. Ele percebera que ela iria, de qualquer modo, aceitar a decisão então, tocou levemente seus lábios no dela e afastou-se em seguida. 
 SeuNome não estava convencida.
 — Não poderei ir? 
 Nolan parara no mesmo instante, a camiseta em suas mãos e a toalha cinza abaixo de sua cintura. O que SeuNome queria afinal? Não poderia ele deixar sua esposa ir, era errado e perigoso, mas também não poderia deixá-la ficar por aqui mais uma vez. A amava e queria sua segurança, era a coisa mais importante e tinha medo que ela fugisse, mesmo sabendo não havia como cometer tal. Dessa vez, a ajuda de um de seus seguranças não seria bem-vinda.
 — SeuNome, conversamos mais tarde.
 — Quero conversar agora, por favor — a loira sentou-se na cama, mais séria do que o imaginado. — Eu posso ir, Nolan. Como uma segunda... — a voz travou. As palavras “Lua de Mel” eram complicadas de se dizer, coisas do gênero a faziam envergonhada, mas era exatamente em uma segunda chance que tudo poderia melhor, seguiria seus pensamentos — Nolan, quero melhorar isso, quero você mais próximo. Eu o amo, mas...
 — O que quer dizer? — perguntou ele assustado, a cortando.
 — Mas tudo está diferente agora.
 SeuNome não queria dizer uma mentira, não o amava como antes, talvez ainda houvesse sentimento, mas nada que seja forte o suficiente. Odiou esse pensamento. Precisava que ele aceitasse para que finalmente pudessem ficar mais próximos, era seu maior desejo no momento.
 — Ainda não entendo — ele coçou a nuca, estressado com as palavras que para ele eram cuspidas, saídas da boca de sua esposa. — SeuNome Lawson, você prometeu me amar para sempre na igreja, diante de todos! — dizendo entredentes, Nolan apertou fortemente os braços magros da loira.
 — Não... Não neguei o meu amor.
 No mesmo instante, ele a soltou, passando em seguida as mãos pelos cabelos. A toalha despencou em seus pés, mas SeuNome não viu nada, estava estática observando o chão em silêncio. Procurou manter sua respiração calma e não entrar em pânico, já que a asma era um de seus problemas desde então. Nolan virou-se para ela, já com bermuda e um leve tecido cobrindo o peito.
 — Você tem certeza? 
  Ela tinha certeza, obviamente queria ir com seu esposo. SeuNome não queria mais ser a errada em suas decisões, teria que encontrar escolhas certas e mudar seus conceitos sobre. Manteve os olhos fixos no piso claro de seu quarto, as mãos frenéticas brincavam entre si e, então, erguera o rosto.
 — Claro, querido.   
CONTINUA
...
Hei! Tudo bem? 1. Primeiros capítulos são terríveis para qualquer autor, 2. Desculpem-me por qualquer erro e 3. Também desculpem-me por qualquer atraso. Eu pensei em deixar toda a história em terceira pessoa, provavelmente em certo momento deixarei em primeira, talvez em pensamentos do Liam ou da SeuNome. Eu adorei os comentários de vocês :(  Fiquei muito animada com o resultado e espero melhor os capítulos e torná-los grandes. Espero que gostem e nos “vemos” em breve ^.^ Ah, uma pergunta: preferem capítulos com gifs ou não é necessário?