Our Destiny - Capítulo dezessete. / 3ª Temporada. ULTIMO CAPÍTULO!

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Capítulo dezesseis – Decisão Final. 
Fique comigo pra sempre?
SeuNome P.O.V’s 

  Andei pelas ruas frias de Londres com uma única mala, minha mochila, fazia muito frio, mas não nevava o que era bom, eu usava luvas de frio, grossas, uma touca vermelha e duas blusas de frio que me deixasse aquecida nesse frio, pelo termômetro que tinha no topo de um prédio marcava quase um grau, estava muito frio, mas para a minha sorte, não chovia e nem nevava. Eu tentava não chamar a atenção, carregava uma criança de cinco meses na barriga e não queria que as pessoas pensassem que eu era doida de sair grávida num tempo desses, mas eu precisava. Papai a essa hora me esperava no metro da cidade, eu tinha vindo buscar a mala com o dinheiro, a mala que tanto meus pais queriam, nós tínhamos viajado as pressas e depois voltaríamos para pegar, já que papai disse estar um pouco inseguro com o meu tio e que ele poderia nos seguir, e que ele sabia a senha, ou algo do tipo. Mas enfim, quase cinco meses depois nós voltamos pra Londres para pegar finalmente essa maldita mala. Agora eu estava grávida, grávida de Harry, mas não queria que ele soubesse, que ninguém soubesse, seria melhor assim, meus pais aceitaram de boa a minha gravides e mamãe até me ajuda em algumas coisas que eu não tinha costume. 
  Cheguei na minha antiga escola, e passei pelos portões, muita coisa estava diferente, tinham feito muitas reformas e até as cores agora eram diferentes, o local estava cheio de adolescentes cobertos e ainda era um internato, digamos assim. Subi toda a rua que tinha de entrada pro colégio e algumas pessoas estavam me olhando, fingi não me importar, mas me importando, alguma coisa estava diferente além das cores e da reforma, as meninas pareciam mais arrumadas do que o normal, algumas meninas, nem todas, mas haviam algumas do lado de fora, com vestido de baile e penteados de festa, eu queria muito saber pra onde elas iriam, o se teria alguma festa hoje, mas achei melhor não perguntar, já estavam me constrangendo pelo fato de algumas delas me olharem e cochicharem entre si. Dei a volta nos dormitórios indo na direção de uma antiga sala, dei toda a volta para parar em frente a mesma porta de antes, com o mesmo lembrete “Somente entrada de pessoas autorizadas” ignorei e empurrei a porta entrando no local, ainda a mesma bagunça de antes. Eu resolvi esconder essa mala aqui, após uma longa observada e ter percebido que as pessoas não entram aqui, elas simplesmente abrem a porta, enfiem o que precisam ser enfiados ali dentro e deixam apodrecer, então seria um bom lugar para esconder as minhas coisas, e foi exatamente o que aconteceu, depois de todo esse tempo, só tinha se acumulado, caixas e enfeites de festas a parte, entrei no meio daquela bagunça e debaixo de umas caixas de material escolar usado estava a minha mala, a tirei com rapidez e a coloquei dentro da mochila que carregava, não que a mochila fosse grande, mas que a mala também não fosse tão grande assim, então coube em uma mochila tamanho normal de viajante. 

– Você é aquela, SeuNome não? – virei-me quando ouvi meu nome e dei de cara com duas meninas, de vestidos de festas, um azul e um vinho, bem bonitos, fazia tanto frio que só de verem com aquela roupa eu já me agoniava.
Eu: Sou SeuNome, mas… que aquela? 
– A da foto do colégio, tem uma foto sua, junto com a Camila, o lindo do Zayn Malik, o Deus Niall Horan, e o melhor jogador, Louis Tomlinson, o fofinho e maravilhoso do Liam Payne, a linda da Sidney, e a fofa da Jéssica, e com… ai meu Deus… com o ser mais lindo que eu já vi na minha vida. Harry Styles. – sorriu enquanto fazia uma voz fina forçada e me deixava agoniada.
Eu: Ah… tem uma foto? – perguntei confusa. 
– Sim, na verdade um banner, bem grande. Vocês sorrindo e uma frase inspiradora de o porquê de estudar nesse colégio. – balancei a cabeça e sorri.
Eu: Interessante. 
– Ah… você namorou ele não é? – a outra menina perguntou assim que viu que eu começaria a andar. Fiz uma careta e uma expressão de questionamento ela logo deu um passo a frente e me olhou sorrindo. – Harry Styles, namorou Harry Styles. – suspirei fundo e olhei de relance pra minha barriga.
Eu: Sim… namorei. – forcei um sorriso. 
– Ele é bom namorado?
Eu: Sim, foi um bom namorado enquanto estive com ele. 
– Sinto por vocês terem terminado. – balancei a cabeça não dando tanta importância. Queria sair dali. – Vejo que não vai ao casamento.
– Não seja boba, Lizzy, porque ela iria no casamento dele?
Eu: Ah… que casamento? – perguntei curiosa. 
– Do Harry. – a menina de vinho disse.
– Na verdade, não sabemos. – a outra empurrou a menina e fez uma cara de brava. – Houve rumores de que um dos antigos alunos se casaria essa tarde, toda a escola foi convidada, não falaram quem era, mas deram a entender que era Harry Styles, sabe?
Eu: Deram a entender? – questionei agora querendo saber. 
– É, as meninas populares, disseram que era o garoto mais bonito que se casaria, um que está namorando a muito tempo, e que tem um sorriso incrível, elas não nos deixaram ouvir mais, mas elas dizem que é o Harry.
Eu: Bom, pode ser… ele estava namorando quando fui embora. – sorri forçada. 
– Será que então ele mesmo vai se casar?
Eu: Acho que sim, não vejo motivos, para ser outro. Zayn Malik estava enrolado com uma garota mais nova, Camila não queria relacionamentos, Liam não tinha nenhuma namorada, Louis e Ally… bom, digamos que Ally não faria uma festa tão grande, e Niall e Sidney… bom… acho duvidoso, ele gosta da Camila. – os olhos daquelas meninas brilharam quando terminei de falar, elas sorriram de orelha a orelha e pareciam entusiasmada, foi quando eu percebi que estava fazendo a maior besteira da minha vida, os meus amigos e eu tínhamos uma história, tínhamos uma vida que deixava outras pessoas felizes, o que era bastante estranho já que eu nunca me vi inspirando alguém, ou deixando alguém feliz com a triste história da minha vida, mas aparentemente isso deixava pessoas com sorrisos enormes. Também foi quando eu notei que não fazia ideia de como meus amigos eram, já que eu mal poderia saber quem estava se casando, e só a ideia de ser Harry me deixava um pouco abalada com tudo isso. Poderia ser ele, o mais provável que seja ele, afinal, ele sempre fora o mais certinho, mais romântico, mais apaixonado, e como Liam não tinha uma namorada, eu só conseguia imaginar Harry se casando com essa idade. E mesmo que não fosse ele, me senti totalmente abandonada, afinal, não fui convidada pro casamento, eu, que estou ao lado deles em um banner inspirado na antiga maldita escola em que foi um inferno pra mim, escolas sempre são. Mas de qualquer jeito, eu tinha sido abandonada, na verdade… eu estou sendo egoísta, eu os abandonei primeiro, não tinha o direito de cobrar isso. 
– Ei, SeuNome?
Eu: O quê? – soou um pouco rude, porque eu estava perdida em pensamentos confusos e sem sentido. 
– Você está bem? – balancei a cabeça assentindo.
Eu: Estou… ah, estou bem. – suspirei – Meninas, vocês por acaso sabem o nome da igreja? 
– Ah, quem sabe mesmo é a diretora. – claro. – Mas boatos dizem que é uma no centro da cidade, uma perto de uma sorveteria, ou de um cemitério, mas não deve ser difícil achar um grande casamento num dia como esse.
Eu: Okay. Muito obrigada. – comecei a andar quando elas acenaram, mas logo parei quando as vi bufarem. – Vocês… sei lá, querem vir comigo? 
– SIM! – as duas falaram ao mesmo tempo e correndo vieram atrás de mim, me seguindo e então fomos atrás de um táxi que pudesse nos levar a uma igreja no centro. E declarei no momento em que entrei naquele carro que meu pai teria que esperar, não estava tão desesperada para entregar esse dinheiro, eu também nem sabia aonde estava me metendo, e sei que sairia magoada da igreja, mas por um certo lado eu poderia sorrir, em ver que o amor da minha vida, o grande amor da minha vida, tinha seguido seu caminho, vivido sua vida, seguido em frente.

Três horas depois. 

  Depois de quase quatro horas andando por todo o centro de Londres buscando alguma igreja com casamentos, encontrando cerca de quatro casamentos de pessoas que eu não conhecia, nos restaram apenas duas igrejas dali, e quando viramos a esquina e vimos uma igreja lotada, cheio de carros estacionado por todos os lugares, a rua estava vazia, ao contrário da igreja, havia pessoas do lado de fora, que não cabiam no lugar, só pra constar, aquela igreja era o tamanho de uma cidade, maior do que a minha casa, tipo dez vezes. As meninas bufaram ao meu lado, assim como eu, cansadas de andarem para lá e para cá como baratas tontas. “Tem que ser essa, sinto que é essa” Lizzy, a loira falou. E Britty, a outra, a ruivinha e baixinha do vestido azul concordou, subimos alguns degraus, ouvindo algumas pessoas falarem, consegui ouvi a voz do Zayn, era ele, ele que estava falando, algo como. “Nós passamos por muitas coisas, eu briguei com você, mas você sempre esteve lá, pra me desculpar por todas as coisas que já te fiz” me esquivei no meio das pessoas enquanto a voz doce de Zayn ecoava por toda a igreja arrancando suspiros de desde a mais nova, até a mais velha pessoa ali. As meninas agarraram-se na minha mochila e enquanto eu passava pedindo desculpa e licença ao mesmo tempo. E então palmas se ecoaram por todo o local, eu sabia que o casamento estava acabando, mas ouvi alguém dizer que faltavam padrinhos, e então escutei a voz de Liam, aquela vozinha rouca e gostosa de se ouvir, e então ele suspirou no microfone e todos riram, logo se silenciando novamente, e eu sussurrava enquanto isso “Licença, obrigado… desculpe” e Liam começou. “Amigo… hoje é um dia importante pra você, não sei o que pensar, estou em uma igreja fazendo elogios sobre você, eu queria estar em outro lugar pra poder falar coisas sujas sobre como você me deixou no passado” Eu ri sozinha com isso, lembro de Harry não ter sido um bom amigo pra Liam, e era interessante ele ser o padrinho. Enfim, continuei pedindo licença, e um pouco relutante as pessoas me deixavam passar, e antes que eu pudesse continuar, Lizzy disse que estávamos chegando e passou na minha frente empurrando algumas pessoas e chegamos na beirada do tapete vermelho, no corredor central da igreja, me ajeitei na frente e as meninas ao meu lado, podia ver o presbitério de onde estava. O padre estava sorridente lá em cima, enquanto flashes iam em seu rosto. No lado esquerdo dele tinha algumas meninas, Anice estava ali, Blah. Uma menina loira, e mais duas jovens de cabelos castanhos, sorridentes. Do lado direito estava Liam com o microfone, falando suas palavras que eu não ouvia, ao seu lado estava Louis, e ao lado dele estava Zayn e ao lado de Zayn estava OPA… eu não entendi. 

  Estava Harry Styles. 
  Harry estava ao lado dele. 

  Mas se Harry vai se casar ele não pode falar como padrinho, ou pode? Virei-me na direção de Britty, que sorriu pra mim, mas Lizzy logo se esquivou na nossa direção e falou um pouco mais alto do que deveria. “É o Niall que está se casando” E foi nesse exato momento que Liam tinha acabado de falar, e as pessoas começariam a aplaudir, mas me senti estranha, porque no exato momento algumas pessoas olharam pra gente, como se estivessem se certificando de quem tinha dito aquela idiotice, fiz uma careta e olhei pra Harry que sorria pra Liam, da mesma forma que os outros, menos Zayn… Ele olhava na nossa direção, todos já haviam parado de olhar pra nós, mas Zayn olhava, tinha os olhos fixos em mim, praticamente, e em um movimento não muito sútil ele mostrou pra uma menina morena em sua frente aonde eu estava, ela olhou pra mim e arregalou os olhos, logo cutucou a loira ao seu lado que se virou na mesma direção que ela olhava, e eu já tinha os olhos arregalados também. Camila se virou querendo saber o que a morena queria e me viu, me viu ali, parada com os olhos arregalados, encapada em um monte de pano grosso e estranho, com os cabelos bagunçados e sem maquiagem, ela franziu o cenho mas logo deu um passo a frente, usava um vestido vermelho escuro com algumas aberturas na lateral do corpo, mas voltando a essa passo estúpido que ela deu, que acabou chamando a atenção de Aline, de Louis e do meu querido voz fofa, Liam Payne.

– SeuNome? – Camila falou alto. Niall pulou do banco com um sorriso e logo se desfazendo, arregalou os olhos e também deu um passo a frente.
Niall: Ah meu Deus. – sussurrou mas foi audível né, todos estavam em silêncio, e junto do padre e do menino dos olhos verdes que tanto me fez tremer, todos me olhavam. 
– Acho que é nessa hora que você vai lá na frente e diz que ele não pode se casar com ela. – Britty sussurrou no meu ouvido e eu neguei com a cabeça.
Eu: É a hora de fugir. 
Harry: SeuNome! – ele gritou e foi bem alto, me assustei mesmo assim continuei tentando passar pelas pessoas, que agora abriram caminho mais rápido do que antes. 

*** 

Harry: Não pense em fugir. – gritou do meio da rua, e eu me virei. 
Eu: Você precisa voltar. 
Harry: Eles vão continuar sem mim. – comentou sorrindo, comecei a andar de costas, quando o vi se aproximar. – Porque voltou? 
Eu: Precisei pegar uma coisa, mas já estou voltando. Diga desculpas ao Niall por aquilo lá dentro.
Harry: Não se preocupe. 
Eu: Que vergonha, todos olharam pra mim. 
Harry: Não foi nada demais. Escuta… – ele ficou em silêncio e eu pude ouvir a voz de alguém no microfone. – Já voltaram com tudo normalmente. É Inglaterra, nada é importante além da continuidade daquilo que foi começado. 
Eu: O que quer dizer? – parei de andar. 
Harry: Que você precisa continuar o que começou. 
Eu: Certo, estou voltando pra Hong Kong. – dei as costas. 
Harry: Você quer voltar? 

  Você quer voltar? 
  Eu quero voltar? 
  O que realmente eu quero? 

Eu: Porque a pergunta? 
Harry: Não sei, eu quero saber se você quer voltar? 
Eu: Porque eu não voltaria? 
Harry: Então porque veio aqui? 
Eu: Para parabenizar o Niall. – menti e escutei passos do Harry vindo atrás de mim. 
Harry: E porque não fez? 
Eu: Porque ele está se casando agora. 
Harry: Então você pode esperar, para dar depois. 
Eu: Eu acho melhor não, nem somos mais amigos. 
Harry: Você está dizendo isso, mas ele nunca disse isso. E nunca sentiu isso. Eles nunca te abandonariam, SeuNome. Eu nunca te abandonaria. 
Eu: Harry… – parei e me virei em sua direção. – Porque você continua… 
Harry: Continuo o quê? SeuNome? 
Eu: Mesmo depois de tudo que eu já te fiz, mesmo de ter te deixado, te feito infeliz, quebrado o seu coração um milhão de vezes, porque você continua vindo atrás de mim? Porque você continua me seguindo. – ele parou de andar e ficou a minha frente, ficou sério, e me olhou nos olhos, senti vontade de chorar, fiquei em silêncio vendo seus olhos verdes se cobrirem de água, suas bochechas ficarem vermelhas e ele então sorrir. 
Harry: Eu não sei… – deu ombros. – Talvez eu não seja capaz de te ver partir sem lutar por você. 

  Talvez eu não seja capaz de te ver partir sem lutar por você. 
  WOW! Como isso balançou tudo. Quebrou toda partezinha que tinha dentro de mim, me destruiu. O que ele fazia comigo? O que Harry conseguia fazer comigo? E depois de tudo, e eu achar que estava curada, ele me mostrava que eu sempre seria uma ferida aberta se estivesse longe dele, e tudo que eu mais queria nesse momento era me apertar em seu peito e suplicar por suas desculpas, chorar todas as lágrimas que seguro a meses, e dizer que nunca mais deixaria ele sozinho de novo. 
  Mas eu precisava dizer uma coisa antes, e saber se ele estava aberto para aceitar. 

Harry: Porque você foge de mim? 
Eu: Porque eu não quero machucar você. – respondi rápido. 
Harry: Me machucar? O que te faz pensar que me machucaria, você sempre foi e sempre será aquela mão que estica pra eu sair do túnel, você é aquela que joga a corda pra que eu escale o muro. 
Eu: Você nunca vai conseguir me odiar não é? 
Harry: Não odiaria você nem se você batesse na minha cara, nem se você cortasse o meu cabelo – riu pelo nariz. – Eu não seria capaz de odiar quem eu mais amo no mundo. Eu te disse adeus uma vez e você voltou, agora eu sei que sou capaz de viver tudo novamente, mesmo que você me abandone de novo. 
Eu: Eu estou grávida. – sussurrei e ele esquivou o corpo pra frente pra ouvir. 
Harry: O que disse? – ergui a cabeça. 
Eu: Estou grávida, Harry. 
Harry: Hum… – pôs a mão no queixo. – Preciso pedir desculpas por isso. 
Eu: O quê? – perguntei confusa. 
Harry: Bom, foi um erro da Camila, mas eu consigo perdoar ela por isso, e eu quero que você me perdoe porque eu rejeitei você essa criança, e não fui atrás… – ele sabia da gravidez
Eu: Eu te abandonei, Harry. 
Harry: Okay. – ergueu os braços. – Não precisa jogar na cara que me abandonou, querida. 
Eu: Eu te desculpo… – sorri sem jeito. – Como pude ser tão idiota. Eu queria uma família, eu queria alguém pra me dar suporte, alguém pra conversar as noites, para ser feliz, alguém que pudesse me fazer feliz pro resto da vida, alguém como um pai e uma mãe. E agora eu tenho isso. – Harry abaixou a cabeça – Eu tenho uma família. Eu tenho alguém pra cuidar de mim, eu sempre tive alguém pra me dar suporte, e agora eu tenho um pai e uma mãe. – fui até o Harry e peguei a sua mão colocando sobre a minha barriga e ele me olhou com os olhos arregalados. – Eu tenho você, papai. – sussurrei e ele sorriu inacreditável. 
Harry: Você tem a mim, mamãe. Sempre que quiser. Nós somos sua família. – sussurrou. E ficamos em silêncio. – E o que vai fazer com os seus pais?
Eu: O mesmo que eles fizeram comigo esse tempo todo. – Harry franziu o cenho. – Deixarem esperando. 

  Ele sorriu e se aproximou pra tentar me beijar, mas eu o afastei, ele me olhou confuso e novamente dei ombros deixando ele sem reação. Suspirei alto e passei por ele indo em direção a igreja, esperaria por todos saírem para que eu pudesse parabenizar Niall e pedir desculpas para os demais. Eu sei que fiz tudo errado e que isso não justifica todos os problemas que causei, mas Harry me desculparia, e eu o deixaria ter o tempo para pensar se realmente queria ficar comigo e criar uma família comigo, porque eu posso machucá-lo novamente, mesmo que ele não aceite o fato disso acontecer, eu sei que o machuquei, e muito.  E eu sei que dessa vez não farei uma escolha ruim, sei que aqui é aonde eu deveria estar, me sinto diferente, livre, feliz, outra pessoa quando estou com eles, Harry me deixa ser como uma criança, alguém com uma alma livre, e poder ser eu mesma. E todos aqui sempre me farão bem, eles foram a maior parte da minha família por todos esses anos, estiveram ao meu lado enquanto eu precisava, e não há lugar no mundo aonde eu deveria estar a não ser aqui. Percebi que destino não são escolhidos por nós, que não somos nós que mandamos nele, eu percebi que preciso só esperar o tempo certo que tudo dará certo, e se não deu certo ainda, eu preciso só esperar, porque eu sei que a minha hora vai chegar, a nossa hora vai chegar, eu não preciso fazer escolhas precipitadas, eu posso lidar com tudo isso sendo eu mesmo, e não me importando com nada. Eu só preciso seguir em frente de cabeça erguida e tentar viver a minha vida ao meu melhor. Seguir o meu destino… seguir o nosso destino. 
FIM
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ELLLOOOOOOOOOOOOU GUYSSSSSSSSS
Vamos primeiro dar um ênfase no "BIG MERDA DE FINAL" sério, porque eu fiz esse capítulo em duas horas, e por isso ficou esse cocozinho, eu até queria fazer algo mais SURPREENDENTE e explicativo, mas eu estou com uma ideia de fanfic na minha cabeça nesse exato momento e se eu ficar pensando muito em outras ideias eu vou acabar esquecendo ela, e na minha mente ela é muito, muito, muito interessante, não sei como ficará escrita, mas eu estava pensando em escreve-la e por esse motivo esse final ficou assim, ele foi meio que tirado de uns dias atrás que eu tava pensando em como acabar, eu queria fazer algo dramático, tipo a SeuNome deixar a mini harriet styles na porta dele e ser presa com a mãe, ou algo bem louco, mas eu decidi fazer esse que consiste UM POUCO mais com a realidade, e tirei essa parte do casamento da minha própria experiência, já que uma vez eu fui falar da noiva e foi bem na hora que todo mundo tinha calado a boca, POVO FILHO DUMA BOA MÃE, bem na hora que eu vou falar mal, todo mundo se cala, ai todo mundo me ouve, e como eu fico? parecendo uma pata choca com cara de foca assustada. Mas é isso, a vida prega presas na gente, o importante é erguer a cabeça e fingir que não foi você, ou pegar o celular e fingir enviar uma mensagem mesmo que esteja sem crédito. 
Enfimmmmmmmmmmmmmm espero que vocês tenha gostado dessa fic, enorme. af nunca mais passo de uma temporada, dá mto trabalho fazer continuidade. 
Bom gente, não achei gifs pra esse cap, espero que vocês imaginei a cara de bocó do Harry tocando a barriga da SeuNome, e imaginei a cara de vocês toda atrapalhada nesse capítulo. Em breve trarei From Doncaster que é uma fic super NATUREBA só com Louis sendo puto e amor platonico por Zayn Malik o Indie fofinho que me deixa jogada nos pés dele querendo lamber aquele corpo inteiro. -TO POSSUIDA. - bom enfim, terá muito Harry Styles nu por trote da dupla da pesada, Niam, e muitas revelações heterossexuais que envolvem a one direction, cof cof, heterossexuais, e one direction na mesma frase, cof cof, só em fanfic mesmo. 
BEIJOSSSSSSSSSSSSSSSSSS, ATÉ MAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 

Our Destiny - Capítulo dezesseis. / 3ª Temporada.

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Capítulo dezesseis – Pai?
Uma nova surpresa
Harry Styles P.O.V’s 

  Contei a Rebecca, todo o meu envolvimento com SeuNome, ela disse ter percebido algumas coisas estranhas desde que aquela garota apareceu, eu não dei muito detalhes, mas disse que ela era meu romance de infância que tinha voltado e perdeu a memória e eu fiquei preocupado por isso tinha sumido por alguns dias, mas era somente para ver como ela estava, não contei nada sobre eu querer voltar com a SeuNome, acho que Rebecca ficaria uma fera se eu falasse a verdade, o fato que também, não era necessário. Enfim, contei a ela sobre SeuNome estar indo embora, e a única reação dela foi de felicidade, estava bastante feliz com o fato da menina ir embora, nunca vi reação igual, portanto isso me assustava bem mais do que estava assustado, se era possível.
  Já havia se passado três meses, e eu coloquei a minha casa a venda, aquela ao lado da casa dos tios da SeuNome, passei semana retrasada para levar uns gibis para a Laura e ela me contou um pouco sobre a SeuNome mesmo que eu não estivesse demonstrando interessa, sim, eu estava interessado. Ela me contou sobre uma casa em Hong Kong, e que como o País não extradita, o que ajuda na fuga dos pais dela. Depois disso eu fiquei pensando sobre caso um dia eles forem preso se vai sobrar pra mim também, já que sei que eles são fugitivos e não contei nada a ninguém, mas em todo caso, preferi fingir que não sabia disso e não contei pra ninguém sobre ela ter ido embora com os pais, todos acham que ela foi simplesmente fazer uma viajar para espairecer, eu disse a todos que ela estava com problemas por causa da falta de memória e depois a volta repentina, era muita coisa pra ser resolvido, então eu simplesmente a deixei ir.
  Rebecca me seguiu até a casa de Zayn, teria um churrasco naquela tarde, e era a primeira vez que eu saía de casa para ir em um lugar diferente, além do hospital, eu tinha visto a Camila e o Louis nos últimos meses, mas porque eles viam atrás de mim e eu não que eu faria. Escutei o barulho das conversas e a risada de Niall vir da parte de trás da casa de Zayn, passei pela porta que estava entre aberta, vi as irmãs de Zayn junto com a Aline dançando na frente da televisão, elas riam e gritavam, na cozinha eu pude ver a Doniya irmã mais velha do Malik, junto do Louis e de Liam, mexendo em alguns pacotes de batatas congeladas, cumprimentei eles e percebi que Rebecca estava se sentindo deslocada com tudo isso, sei que quando eu comecei a me abrir com ela sobre SeuNome, ela me contou algumas coisas também, sobre ter dado em cima de Zayn e beijado Liam uma vez em uma festa que eu estava bêbado, eu já não me importava com mais nada, então eu pouco me importei, também não tinha sido o cara mais fiel então estávamos quites, mesmo que ela tenha pegado boa parte dos meus amigos.

Eu: Não fica assim. – sussurrei perto de seu rosto e ela me olhou de lado um pequeno sorriso.
Rebecca: Desculpa, tenho a leve impressão de que eles me odeiam.
Eu: Não é verdade, ninguém te odeia.
Rebecca: Aline e Louis sim. – verdade, eles não suportavam ela, Louis acha que só porque ele é o único que continua com a namorada desde o high school, todos tem que continuar também, isso faz ele não gostar de Rebecca, mas ninguém fala nada sobre Bruna, huh? Tudo isso porque eles permanecem odiando Sidney e querem que a Camila fique com o Niall, o que ela já me falou que não vai acontecer, já que agora tem um filho de quatro anos e não quer ter relacionamento com criança, ou seja, Zayn ou Niall, os dois estão na categoria de personalidades infantis. – Acho que a pior coisa que eu fiz, foi ter vindo aqui.
Eu: Não, você precisava vir.
Rebecca: Porquê? Somos só amigos, agora! Não preciso te acompanhar em todos os lugares.

  Isso era verdade também, eu e Rebecca terminamos assim que eu comecei a ficar um pouco depressivo, triste, acanhado, não falava com ninguém, ainda sinto parte do meu coração se despedaçando quando penso no que a SeuNome fez, foram anos de dedicação e eu não poderia esquecer em três meses. Por isso, Rebecca foi super-solidária comigo e pediu pra terminar, foi bom, porque eu não acho que não estaria bem para um relacionamento, não seria o mesmo. Então terminamos e ela quis ser minha amiga, quis ficar do meu lado, tentar me ajudar, fazer o que Camila e Louis conseguiam fazer, Rebecca tinha saído melhor minha amiga do que a minha namorada.

– Harry. – escutei aquela voz familiar e me virei com um sorriso vendo Camila atrás de mim, ela sorriu e me abraçou. – Como vai?
Eu: Estou conseguindo superar tudo, tendo ajuda de vocês.
Camila: O que você seria sem a gente, não é Rebecca? – Rebecca sorriu, uma que não odeie Rebecca. – Ahn, vamos lá pra fora?

  Assenti e segui Camila, ela estava do mesmo jeito que a meses atrás, ainda assim magra, os ossos do seu rosto me dando agonia, penso neles atravessando seu rosto toda vez que vejo ela sorrir e consigo ver o relevo de seus ligamentos, é muito, muito estranho. Avistei Niall sentado numa mesa, rindo alto e com uma garrafa de cerveja na mão, quase vazia, ao seu lado estava Sidney que tinha os cabelos mais claros e tinha engordado uns quilinhos, ao seu lado estava Anice, afinal o que essa garota quer aqui? Por Deus, se já não bastasse a Sidney. Zayn estava em pé perto de Niall, com um copo de cerveja também e com ele estava Bruna, ambos riam e mexiam na churrasqueira, alguns amigos de Zayn também estavam ali, eu nunca saberia diferenciar eles, já que eles tem tudo a mesma aparência. Nos aproximamos de todos e os vi olhando pra gente com um sorriso gentil de cumprimento, fiz o mesmo até ver Zayn me oferecer uma garrafa de cerveja, apanhei a e esperei Rebecca pegar também uma.

Niall: Harry você vai ir né, semana que vem? – franzi o cenho e o olhei confuso.
Eu: Ir? Ah… aonde?
Niall: Droga… você não recebeu o convite?
Eu: Que-
Camila: Com tanta coisa acontecendo na vida dele, Niall… você acha que ele tem tempo pra olhar a correspondência? Eu disse pra você entregar pessoalmente.
Niall: São mais de quinhentos convidados, Camila, você acha que eu parei pra pensar nisso?
Eu: Tudo bem. – falei antes da Camila começar a brigar – Você me enviou o quê?
Niall: O nosso convite de casamento.
Eu: O quê? Quem vai se casar?
– Niall e Sidney. – Louis falou atrás de mim e me esticou um taco. Sorri agradecendo.
Eu: Vocês vão se casar? – Niall balançou a cabeça animado. – Sempre achei que o primeiro a se casar, seria o Liam.
Liam: As coisas mudam, meu amigo. – comentou de lá da churrasqueira, aonde agora ele mexia.
Niall: Espero que você vá, todos vão, quero os meus amigos lá.
Eu: Ah… claro, eu vou. – falei dando ombros. – Camila, você vai?
Niall: Claro. – sorriu e eu ainda estranhava, não estava adapto com o fato deles serem amigos, ainda era bem estranho pra mim. Passei parte da minha adolescência vendo ela ter um amor platônico por ele, misturada com um banho de ódio.
Eu: Se tá bom pra vocês, tá bom pra mim. – dei ombros.
Zayn: E como estão as coisas, Harry?
Camila: Vai chamar o Caleb, Zayn. – pediu baixo, ela sabia que eu odiava essa pergunta, porque eu teria que dizer que estou bem mesmo querendo dizer que não, mesmo que no fundo eu esteja sofrendo, magoado, machucado, eu não gosto de mentir.
Zayn: É só gritar ele, Camila. Não é como se ele estivesse lá em cima.
Camila: Então grita ele. – deu ombros.
Zayn: CALEB! – gritou e eu olhei para direção que Zayn olhava. Caleb brincava sozinho com uma bola de futebol, chutando ela na parede, ele olhou pro Zayn, estava exatamente igual ao pai, o jeito de se vestir, o cabelo, o tamanho do nariz – VEM AQUI.
Caleb: Não. – voltou a chutar a bola.
Zayn: Esse menino tá me deixando nervoso. VEM AQUI, CALEB. VEM COMER.
Caleb: Lá, lá, lá, lá. – colocou as mãos no ouvido e começou a fazer uma dancinha.
Bruna: Deixa que eu vou buscar ele. – ela deu um selinho em Zayn e andou até o Caleb, enquanto isso vi Rebecca se juntar a Anice e Sidney para conversar, é, acho que daria certo, as três são iguais, mesmo.

*** 

  Fiquei um pouco quieto no meu canto, ouvindo Louis e Liam discutirem sobre alguma coisa idiota enquanto Niall, Camila e Zayn pareciam bem sérios do outro lado, eles conversavam ou discutiam sobre alguma coisa baixinho, Bruna ainda estava com Caleb, e as meninas ainda conversavam, Rebecca tinha se dado bem com elas. Deixei a minha garrafa de cerveja quase cheia em cima da mesa, e andei até Zayn, eles não me viram chegar e foi quando escutei a conversa deles.

Zayn: Você não vai poder ficar guardando isso pra sempre.
Niall: Eu já pedi pra ela falar.
Camila: Eu nem sei se realmente deu alguma coisa.
Zayn: Você disse que trocou os remédios de propósito, qual a possibilidade de um espermatozoide errar a entrada?
Camila: Talvez ele nem ejaculou dentro.
Niall: E porque ele pediu a pílula? Não teria com que se preocupar, Camila.
Zayn: Acho melhor você contar pra ele, é uma boa hora.
Eu: Conta o quê, gente? Pra quem? – me enfiei entre o Niall e olhei pra Camila que engoliu a seco antes de sorrir desconfortável. – O que houve?
Zayn: A Camila precisa contar uma coisa pra você.
Camila: Zayn! – repreendeu.
Zayn: Camila! – falou no mesmo tom. – Já se passaram três meses, se tem algo acontecendo lá, é melhor você contar pra ele logo, porque minha querida só eu sei como é ruim você saber que tem um filho só depois que ele nasce.
Camila: Foi ruim pra você? Eu te poupei os milhares momentos de estresse que eu tive, a minha mudança brusca de humor que acontecia de cinco a cinco minutos, te poupei de pré natal e de gritos de contrações, porque você acha ruim?
Zayn: Ah por favor, eu não sou a melhor pessoa do mundo pra você, mas eu adoraria ouvir o meu bebê juntar dentro da sua barriga, adoraria ir em um pré natal com você, adoraria tentar te acalmar quando você estivesse bipolar, você me privou disso, me privou de esperar uma criança nascer, me privou de ir dormir e imaginar o rosto dele na minha mão, mas você simplesmente jogou uma criança nos meus braços assim do nada, assustador e quis que eu cuidasse dela, eu nem imaginava que seria pai.
Camila: Deveria ter pensado nisso quando não quis usar camisinha.
Zayn: Eu estava um pouco bêbado, nem lembrava que não tinha usado.
Camila: Mas lembrou que tínhamos feito sexo né.
Eu: Galera, dá pra parar e me contar o que aconteceu, o que houve?
Camila & Zayn: A SeuNome tá grávida. – falaram os dois, no mesmo tom de irritação e olhando pra mim, ao mesmo tempo suas vozes se misturaram mas a mesma mensagem veio a minha mente, juntei as sobrancelhas e fiquei um tempo sem falar nada.
Eu: C-c-como assim?
Zayn: Você quer uma explicação detalhada de como uma garota fica grávida?
Camila: Ou de como ela está grávida?
Niall: Eu posso detalhar como você deve ter deixado ela grávida.
Eu: Você… você tá me dizendo que eu sou o pai? – apontei pro Niall e ele revirou os olhos.
Niall: Não eu tô dizendo que naquela noite que você pegou a SeuNome, eu peguei ela também ai o filho é meu, mas ainda há dúvida, se nascer com olho azul, você sabe de quem é, se nascer de olho verde, é seu, se nascer de olho castanho a gente… faz um leilão. – deu ombros e eu dei um soco em seu braço enquanto a Camila ria.
Camila: Sério… de quem você acha que seria o filho?
Eu: Do Benjamim! – movi as sobrancelhas e cruzei os braços, foi a vez da Camila me dar um tapa no braço que ardeu.
Camila: Para de ser babaca, ela não transaria com ele.
Eu: Eu dei a pílula que você me deu pra ela, dei duas.
Zayn: Ai está o erro.
Eu: Como assim? – olhei confuso.
Zayn: Explica pra ele, Camila.
Camila: Zayn, você ouviu isso? Acho que o Caleb está me chamando… – ela tentou dar as costas mas o Zayn puxou ele.
Zayn: Ele não está chamando, agora explica.
Camila: Assim… acho melhor a gente esquecer. – sorriu forçado, andei até ela e segurei seus braços.
Eu: Camila, me conta, o que aconteceu, porque tem um erro nas pílulas que você me deu?
Camila: Ai, tá bom. – tirou os meus braços do dela. – Tinha dois tipos de pílulas na minha bolsa, anticoncepcional, que eu tomo para engordar e a outra era para dormir, porque estou com problemas. – sorriu sem graça.
Eu: Tá mas, você disse pra eu pegar qual?
Camila: Bom… eu disse pra você pegar a azul, mas… a rosa era anticoncepcional. – ela tentou sorrir e eu arregalei os olhos, dei um passo pra trás e senti toda a raiva do mundo explodir dentro de mim.
Eu: DROGA CAMILA! – gritei, então chamando a atenção de todo mundo naquele lugar.
Camila: Era droga mesmo. – sussurrou tentando fazer graça, virei-me a olhando com os olhos cerrados, não achando mínima graça daquilo. – Desculpa, Harry… achei que era a melhor forma de juntar vocês.
Eu: O que te faz pensar que um filho junta casais? Você e o Zayn estão juntos. – ela abaixou a cabeça sem resposta e o Zayn se sobressaltou a me olhar.
Zayn: Não fala assim, Harry. Nós não estamos juntos por justa causa, ela sumiu por quatro anos e eu fiquei sozinho, sem contar que eu não sabia que ela estava grávida, mas se eu soubesse eu tinha fico com ela, ficado ao lado dela, junto com ela, nós estaríamos juntos agora. – parecia bravo. – E por isso não te dou o direito algum de magoar a Camila, eu só quero que entenda o que ela disse…
Niall: Ela não quis dizer que um filho junta casais, mas que isso pode ser um fator grande pra vocês ficarem juntos, já que você vai ter que cuidar da criança com ela, é uma forma de vocês se juntarem.
Eu: Não sei se vocês perceberam, mas eu não quero me juntar com ninguém. Foi uma péssima ideia ter trocado os remédios.
Camila: Desculpa, Harry eu não quis…
Eu: Você não manda na minha vida, Camila. Não tem o direito algum de se meter no meio dela. Você deveria ter ficado na sua, feito o seu papel e me deixado em paz, agora mais um fardo que eu vou ter que carregar nas costas.
Camila: Desculpa… eu posso te ajudar.
Eu: – bufei – Não quero sua ajuda, não quero voltar com a SeuNome, me deixa em paz.

Continua.... 
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Primeiro queria dizer que não sei procurar gifs, então esse do zen ta cocozinho por causa disso, mas ele ta gato então isso que importa. Também queria dizer que esse é o penultimo cap de our destiny e que semana que vem começarei a postar From Doncasterrrrrrrrrrrrr com nosso querido Louis Tomlinson  e pra mudar tudo de uma vez, não terá sequestro, drogas, envolvimento estranhamente alienigenas sem explicações, roubos só de beiju, mas vai ter muita treta, muita mina querendo ferrar com tudo, muito xingamento, muita briga entre zen e louis, vai ter muita zoeirinha com harry, e muito come quieto no niall faminto, é isso, vai ser tudo tradicional e tentei colocar coisa de fandom antigo, vocês vão ver. Enfim, espero que gostem desse capítulo com papai styles rejeitando tudo, nervoso, distraido pq todo mundo sabe que pílula do dia seguinte é rosa, mas enfim, deixa ele agora receber o que zen recebeu. Beijossssssssssssss até mais! 

Perfect Inconsequence - Capítulo dois

Um comentário:

Capítulo dois - Yale é toda sua, e eu também

Narrador On.

  A apresentação havia acabado a alguns minutos e ela se viu entendiada, ela já havia feito o que iria fazer ali agora só restava ir para a casa, não é? Não, não para a curiosidade extrema de (Seu/Nome), ela caminhou até a grande porta entreaberta e adentrou a o corredor repleto de grandes portas, todas muito parecidas. Ela andava devagar observando cada detalhe do lugar, o corredor era longo. Abriu devagar uma porta entreaberta, o lugar estava vazio. Era realmente bonito, havia grandes cortinas vermelhas, uma pequena escada levava ao palco que tinha um grande piano no centro, ela subiu ao palco certificando-se de que ninguém a veria. Ela não sabia tocar muito bem mas sabia o básico. Sentou no banco a frente do piano dedilhando algumas teclas. Ela se sentia viva, não sabia quando foi a última vez que havia tocado mas a sensação ainda era a mesma.
- O que está fazendo no meu lugar? - Ela ouviu a porta abrir e rapidamente virou-se.
- Ah, Louis, é só você. Você me assustou - Ela disse aliviada.
- Você ainda não respondeu.
- Eu só entrei aqui e comecei a tocar - Deu de ombros descendo do palco.
- Mas você não pode ficar aqui.
- E por que não? Aqui é público pelo que sei.
- Sim, e também é o meu lugar - Ela bufou.
- Me admira não ter me expulsado da apresentação - Ele riu.
- Sobre isso, o que achou?
- Gostei muito, eu adoro piano na verdade, tem um som incrível, eu só não sei tocar.
- Não é tão difícil.
- Não para você que já sabe tocar - Ele deu uma risada anasalada.
- Eu poderia te ensinar.
- Eu adoraria, mas não posso.
- Não pode ou não quer?
- Um pouco dos dois, eu adoraria mas tenho namorado, não quero que ele pense algo que não deve.
- Ah sim - Ele respondeu. O silêncio seguiu-se por alguns segundos.
- Bem, eu.... Tenho que ir.
- Tudo bem, você volta?
- Eu não sei, se eu me interessar por outra apresentação, quem sabe - Deu um sorriso fraco - Tchau Louis - E virou-se caminhando e sumindo do campo de visão do garoto. Ela abriu a porta pronta para sair e foi quando as luzes se apagaram.
- Louis.... O que está acontecendo?
- Não sei bem, espere... - Tirou  o celular do bolso - Cara são 23:30.
- E?
- E daí que Yale fechou.
- Estamos presos?
- O que acha gênio? - Falou e ela revirou os olhos.


- Ora, cale a boca - Ela ordenou caminhando até onde conseguia ouvir o som de sua voz.
   Ela não via nada um palmo a sua frente e acabou por esbarrar em algo murmurando alguma coisa em auto-repreensão. Ela não sabia bem no que havia esbarrado ou onde estava mas soube ao sentir uma respiração quente em seu pescoço, ela se arrepiou se auto-repreendendo novamente e rapidamente e se afastou do garoto. Ao menos no escuro ele não poderia ver suas bochechas coradas.
- Então.... Como sairemos daqui? - Se fosse possível ouvir desconforto na voz de uma pessoa ela estaria ouvindo.
- Eu achei que você soubesse, ou pelo menos deveria saber, não é?
- Eu me apresento aqui, não moro aqui.
- Espera... Você já se apresentou aqui?
- Algumas vezes, eu tento.
- Legal... - E silêncio novamente - Enfim, será que tem algum jeito de sair daqui? Afinal a culpa de estarmos aqui é sua.
- Minha? Não foi eu quem invadiu aqui.


- Mas foi você quem me interrompeu, se não tivesse me interrompido eu já teria saído daqui.
- Ah qual é? Não ponha a culpa em mim - Ela desviou o olhar irritada - Tudo bem, tudo bem, nós poderíamos sair pela entrada principal mas já deve estar trancada a essas horas.
- E o que fazemos?
- Não sei.... Espere, tem a porta dos fundos. Vem - Disse a puxando pelo braço bruscamente.
- Você sabe para onde...? - E então ela tropeçou ou bateu em algo, não sabia bem o que era - Está indo - Ela completou entediada.
- Foi mal - Mas ele ria - Não se levante, eu vou até ai - Iluminou o lugar com o celular e a viu sentada num canto com a mão no tornozelo - Você está bem?
- Não, você me derrubou.
- Eu já disse que foi mal, agora me dá sua mão.
- O que?
- Me dá sua mão, vou te dar apoio para nós podermos sair daqui, á não ser que queira passar a noite aí - Ela riu anasalada mas aceitou o apoio de Louis.
  Ela passou o braço da garota por seu pescoço enquanto a ajudava a caminhar, ela mancava um pouco. Eles pareciam ter conseguido chegar ao corredor, que era desnecessariamente grande. Louis olhou para os lados tentando ao menos enxergar algo.
- Vamos, é por ali - E se puseram novamente á caminhar.
- Espera, ouviu isso? - Ela disse e ele parou.
- Isso o que?
- Eu não sei, era um barulho, como passos.
- Tenho certeza de que não foi nada, vamos.
- Espera, ouvi de novo - Louis revirou os olhos.
- Tem certeza de que não quer passar a noite aqui? Por que está parecendo que quer.
- Cale a b... - Foi interrompida quando um feixe de luz muito claro atingiu seus olhos.
- Mas que p... - Agora os de Louis.
- O que estão fazendo aqui? - Um segurança gorducho perguntou os guiando com a lanterna até a saída.
- Bem, nós....
- Nós estávamos... - Ele semicerrou os olhos os fazendo corar - Qual é ? Nós só ficamos presos e não sabíamos como sair! - Louis meio que gritou e ele murmurou algo.
- Vou deixar passar, agora voltem para casa de vocês - Eles assentiram e se sentaram no meio fio em silêncio. Louis riu quase que do nada.


- O que foi? - Ela perguntou ainda sem tirar os olhos do asfalto.
- Nós brigamos, ficamos presos no escuro, brigamos de novo, você caiu e um segurança nos pegou, isso é mais emoção do que eu teria em um mês.
- Sua vida é tão monótona assim?
- Não, é só que.... Eu não gosto de rotina, entende? Gosto de fazer algo diferente a cada dia, viver coisas novas, ver coisas novas - Disse meio sonhador.
- Você se parece um pouco comigo, a monotonia me irrita as vezes - Ela sorriu - Okay, eu vou indo Louis.
- Assim?
- Não, vou trocar de roupa para chamar um táxi - Ela disse irônica.


- Não foi isso que quis dizer, seu tornozelo, ainda dói?
- Um pouco - Ela respondeu e ele levou as mãos até o pescoço desatando o nó da gravata.
- Posso?
- Não é necessário mas.... - Ela deu de ombros e ele amarrou sua gravata no tornozelo da garota com cuidado - Obrigada Louis - Ela sorriu afetuosa e se levantou.
- O que pensa que está fazendo?
- Chamando um táxi ué, quer que eu vá para a casa como? Voando? - Ele riu.
- Eu te levo para casa, vem - Disse tirando uma chave do bolso.
- Eu tenho dinheiro para o táxi.
- E daí? Eu tenho um Porshe - Disse se gabando como se nem mesmo ele acreditasse que tinha um carro - Vaaamos - Meio que implorou.
- Tudo bem - Ela respondeu sorrindo fraco.


  Não demorou muito para que eles chegassem até o apartamento da garota, ela agradeceu mentalmente por Tyler não tê-la esperado do lado de fora, o que ele pensaria em vê-la no carro de um garoto que nenhum deles conhecia totalmente?
- Obrigada por me trazer Louis.
- Não há de que - Ele suspirou e franziu os lábios como se quisesse dizer algo mas estivesse calculando as palavras - Eu... Te vejo de novo?
- Se quiser ter sua gravata de volta, sim - Ele sorriu.
  Ela tentou incansavelmente esconder a gravata onde pôde antes de entrar, com Tyler doente uma briga é o que ela menos desejava agora. Entrou na ponta dos pés visto que ele estaria provavelmente dormindo, entrou no quarto e o que encontrou foi o que realmente esperava, ele dormia tranquilamente, tentou fazer o mínimo de sons possíveis mas isso parecia não ter dado muito certo.
- E então, como foi? - Disse com um sorriso preguiçoso e voz cansada.
- Ah, foi legalzinho. Teria sido melhor se você tivesse ido - Respondeu dando-lhe um selinho - Mas eu entendo perfeitamente.


- Me desculpe por isso - Disse desviando sua atenção até a tela de seu celular - Caramba, é meia-noite, quando essa apresentação terminava? - Disse um pouco alto demais.
- Pouco depois das onze - Disse tirando os saltos.
- E o que você fez até agora então?


- Nada de mais, eu só fui andar um pouco pelo lugar, você sabe como eu sou - Respondeu despindo-se de seu vestido.
- Espero que só tenha sido realmente isso.


- Você confia em mim, não é? Além do mais se eu estou aqui em Londres é por você, é você quem eu amo - Ele respondeu com um murmurio baixo mas não hesitou em ter os lábios da garota nos seus.
  Enrolou a toalha em volta de seu corpo e caminhou até o banheiro fechando a porta e deixando a toalha em um lugar qualquer. Ligou o chuveiro e deixou que os pingos grossos e mornos a livrassem de toda tensão, ela não gostava de mentir para Tyler, não era certo, mas será que a verdade teria sido melhor? Provavelmente não. Tyler é completamente perfeito para ela seu único defeito é o ciumes, ele costuma ver coisas onde não tinha, poderia pensar algo há mais numa simples carona até em casa. Mas ela não o culpa, é normal sentir um pouco de ciumes ás vezes, assim como ela sentia. Afinal ela não tinha exatamente mentido, apenas tinha omitido alguns fatos desnecessários. Ela saiu do box e encontrou a grava de Louis no chão do banheiro, ela não sabia como mas de algum jeito ao tentar escondê-la acabou por deixá-la presa a si. Guardou-a o gabinete e caminhou até o quarto novamente envolta na toalha branca. Tyler assistia a um filme qualquer.
   Incrivelmente ao se deitar ela se sentia extremamente cansada, também pudera. Mas havia tudo valido muito á pena, ela foi a apresentação que sempre desejara, mesmo que sem Tyler. Ela não soube bem quando mas quando percebeu estava em sono profundo, assim como Tyler que tinha seu braço por em volta de sua cintura. Ela acordou por volta das 1:00 com o som irritante de seu celular vibrando sobre o criado-mudo, com cuidado tirou o braço de Tyler de sua cintura e caminhou com seu celular até a varanda, onde abrindo a porta de vidro ela se sentou ali.
- Alô?
- Hey (Seu/Nome)!
- L-Louis?
- Sim, me desculpe por acordá-la, eu costumo estar acordado a essas horas.
- Eu imagino - Ela respondeu e ele deu uma risada anasalada do outro lado da linha - Espera... Onde conseguiu meu número?
- Eu tenho meus truques - Soou quase que arrogante.
- Não respondeu á minha pergunta.
- Qual é? Você não iria querer saber, na verdade deveria estar brava por eu tê-la ligado as uma da manhã.
- Acredite, eu estou - Ele riu.
- Não quer saber por que eu te liguei?
- Não, eu quero voltar a dormir.
- Nossa, doeu, vou relevar por que você me parece uma pessoa legal. Eu posso.... Eu posso te ensinar piano? - Ela suspirou.
- Eu já não lhe respondi essa pergunta?
- Bem, sim, mas é que quando eu te vi tocar dava para ver que você gostava só precisa de mais... Prática, eu diria.
- Eu adoraria ma...
- Então me deixe te ensinar - A interrompeu - Sobre o seu namorado, eu digo que sou gay caso ele pense alguma outra coisa. Meu Deus, eu estou pondo minha reputação em jogo por você - Disse e eles riram.
- Louis eu...
- Por favooor - Interrompeu-a novamente - Olhe, eu tenho uma vida ocupada, eu diria, eu gosto da minha vida na verdade, mas eu preciso de algo diferente, fazer algo diferente.
- Posso te fazer uma pergunta?
- Certamente.
- Você vai me interromper assim quando eu errar? - Ela disse quase o ouvindo sorrir.
- Eu prometo não o fazer - E sorriu de novo - E então, quando nos vemos?
- Hey, calma aí gafanhoto.
- Tudo bem, tudo bem, mas precisamos de um horário, não é? Ou de um lugar para nos encontrarmos e combinarmos tudo.
- Hum.... - Ela pensou um pouco - Um café?
- Sim, eu conheço um ótimo na verdade. Espera, vou te ensinar piano num café?
- Não idiota - Riu - Me desculpe.
- Não ofendeu.
- Você realmente precisa trabalhar nessa coisa de interromper - Eles riram - Te espero aqui as dez, é bom não se atrasar. Tenho que desligar.
- Espera, eu...

   Ela sentiu uma sombra pesar sobre si e virou-se dando de encontro com Tyler.
- Com quem estava falando a essas horas?
- Meu pais - Respondeu de supetão.


- S-Seus pais?
- Sim, eles queriam saber como eu estou indo aqui, sabe? Me adaptando - Mas que merda de resposta tinha sido aquela? Ela pensaria em algo melhor mais tarde.
- De qualquer forma é melhor vir dormir, está bem tarde - Disse estendendo sua mão como apoio que ela aceitou sorrindo.
  Ao se deitar novamente ela se sentia bem, ótima, na verdade, só esperava que tudo desse certo. Que nada saísse do controle pelo menos uma vez na sua vida, o que era de se esperar já que ultimamente muitas coisas haviam dado certo para ela. Estava em Londres, com o cara que ama e estudaria piano, nada poderia ser melhor.

  Acordou com o sol iluminando seu rosto por sob o vidro da porta da varanda, ela provavelmente havia esquecido de fechá-la ao sair para falar com Louis na noite anterior. Sorriu para Tyler ainda que o mesmo estivesse dormindo e se levantou. Ela esperava que ele estivesse melhor hoje. Desde que chegaram não haviam feito algo juntos ainda. Esse era mais um dos raros dias que ela levantava disposta e alegre, mas não era para menos, ela tinha muito o que fazer hoje.
   Entrou direto para o banheiro deixando que a água na temperatura perfeita lavasse sua alma. Enrolou-se na toalha e caminhou até seu quarto, abriu o guarda-roupas e analisou as peças nos cabides procurando algo que gostasse. Um vestido preto sob um sobre-tudo bege e meia-calças também pretas em jus aos saltos foi sua escolha. Optou também por um cachecol e uma touca deixando cachos de seu cabelo castanho caírem sob seus ombros.
  Escovou os dentes notando a maldita gravata de Louis ainda ali o banheiro, ela precisava livrar-se da mesas só não sabia onde coloca-la, tentou esconder no gabinete novamente. Ela com certeza voltaria antes de  Tyler acordar para enfim se livrar daquilo.
  Escreveu para Tyler um bilhete com uma marca de seu batom deixando-o ao lado de seu travesseiro e lhe selou nos lábios e murmurou um ''eu te amo'' ainda que ele não estivesse ouvindo. Deu uma última olhada em si mesma no espelho e saiu porta afora.
   Pegou seu celular deslizando o dedo pela tela e desbloqueando a mesma, 10:03 okay, Louis não era muito pontual.
  Não estava exatamente frio mas ainda era Londres, o clima sempre era o mesmo. Ela observava o lugar enquanto esperava Louis, tinha que admitir, Londres era mesmo tudo que diziam ser, pequena e vintage, mas era isso que fazia Londres ser como era, se ela fosse alegre e colorida não se destacaria, seria apenas mais uma entre tantas cidades alegres e coloridas do mundo. Sentiu seu celular vibrar e pegou-o vendo uma mensagem de Louis.
            ''Cooffee Stylu's, te encontro lá, vai ser fácil de achar, confie em mim. xx''
   Okay, eles estava começando a chateá-la, não fez nada do que disse que faria. Por sorte ela tinha um Guia Turístico que continha quase tudo, os melhores, hotéis, restaurantes e é claro, cafeterias. Viu a que ele havia mencionado no topo da lista onde logo abaixo havia sua localização, claro que com o mapa não foi difícil encontrar mas ainda sim ela se perguntava por que ele não havia feito como combinaram.
   Observou a fachada repleta de tijolos amarelos e petúnias muito vivas e coloridas, se aproximando mais tentou enxergar Louis pela janela que dava para a rua, ao vê-la ele acenou e ela sorriu fraco adentrando ao estabelecimento e se sentou na cadeira vaga á sua frente.
- Não foi o que combinamos.
- Gosto de mistérios - Respondeu sorrindo. Usava um suéter vinho e tinha as bochechas coradas por conta do frio, não pude evitar de sorrir.


- Eu, não mais - Mas ela riu - Por que não pediu nada?
- Quis te esperar - Ela assentiu e ele fez um aceno de cabeça até um garoto de olhos verdes e cachos que caiam por seu rosto - Harry eu vou... - Disse ao que o garoto se aproximava.
- Posso roubar seu amigo por alguns segundos? Eu não demoro - Sorriu gentil deixando suas covinhas á mostra e puxou Louis pelo braço.


  Ela pegou seu celular fingindo estar muito interessada para conter o desconforto e o tédio.
-  O que ta acontecendo com você? - Perguntou de supetão.
- Nada, ué.
- Você não quis sair comigo por que tinha ''compromissos'' e agora aparece com uma garota bonita aqui, qual é a sua?


- Já disse, nada, eu não mudei ou seja lá o que você está pensando. Eu realmente tinha compromissos ontem mas não tinham nada haver com ela.
- ''Amizade'' vem antes de ''Amor'' no dicionário, okay? - Louis revirou os olhos.
- Eu sei, eu sei, mas já disse que ela é só uma amiga. Já estou liberado?
- É claro - Respondeu entediado.
- Você já sabe o que quero.
- Chá com leite?
- Certamente - Respondeu sorrindo.
  Louis voltou até a mesa sorrindo inocente, como se nunca tivesse sido arrastado até ali. Se sentou na cadeira a frente da garota com a visão voltada á rua.
- Só falta você.
- Não muda de assunto, o que foi aquilo?
- Harry? Ele é só um amigo.
- Pareceu outra coisa para mim - Conteve uma risada. Enquanto tomava sua água.


- Ew, eu sou de fato hétero - Disse fazendo uma careta visto que o mesmo trouxera o pedido de Louis e o da garota.
- Eu espero.
- Perdão? - Disse tomando um gole da bebida.
- Nada, esquece - Disse também voltando sua atenção até a rua - Choccocino.
- Oi?
- Você disse que só faltava eu, choccocino foi o meu pedido - Disse transpassando os dedos por entre a alça da xícara e ele assentiu.
- Bela pedida - Disse sorrindo.



  Ele acordou por volta do meio-dia quando já havia esquentado um pouco. A cama estava dura, fria e vazia sem ela ali. Olhou para onde a mesma deveria estar e viu um bilhete em seu travesseiro, não compensava mas justificava ao menos.
''Fui dar uma volta, eu iria enlouquecer se passasse mais um tempo aí, não demoro. xx''
  Ele sorriu bobo, exagero era a cara dela. Levantou se sentindo um pouco melhor e caminhou até o banheiro, hoje seria o dia deles, precisavam aproveitar enquanto pudessem. Molhou o rosto para despertar e suspirou sentindo a água fria despertar todos os músculos de seu corpo. Abriu o gabinete a procura de sua escova de dentes e o creme dental e notou escondido ali, algum tipo de tecido, pegou-o analisando-o, era uma gravata, e não era sua. Ouviu o barulho da porta se abrir e virou-se dando de cara com (Seu/Nome).
- (Seu/Nome), o que significa isso? - Disse ríspido estendendo a gravata para a mesma

Continua...

Eu não vou pedir desculpas pela demora que acho que vocês já estão cansada de ouvir (ler) isso, então vamos logo ao que interessa. O que vocês acharam desse capítulo? Gostaram? Sim ou Não? Acham que o Tyler está certo em ficar tão desconfiado da (S/N)? Se fosse vocês no lugar dela o que fariam ou diriam pra ele? E mais, quem aqui não queria ter aulas de piano com o Louis? :3 Espero que tenham gostado desse capítulo! Comentem assinando com o nome de vocês e dando suas opiniões! - Sara xoxo

Frenemy - Capítulo quinze / 1ª Primeira Temporada

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Capítulo quinze - Abrindo o jogo


Você é um humano agora, e quando os humanos querem muito uma coisa eles mentem - Supernatural


Antes

- O que que aconteceu?
- Grands Champs, temos que ir pra lá.


- Você não é tão ameaçador agora, não é Maninho?
- Vá para o inferno.

- Eu nunca serei um de vocês.
- Ah sim, pode apostar. Quem sabe até me substituir talvez.

Agora

Narrador On.

- Seja esperto e se afaste dele o quanto antes - Louis franziu o cenho. Ele não sabia, não é? - Eu sei de tudo Louis, sei que se ''aliou'' a um demônio.
- Como você...?
- Não importa. Apenas faça oque eu mando.
- Ele não é como os outros, eu prometo.
- Ele é um demônio, ele mente.
- Ele não é como os outros, ele não me machucaria.
- E o que te faz acreditar que não? - Louis suspirou.
- Você não deve saber mas eu o conheço a um tempo, não acha que se ele quisesse me matar teria o feito antes?
- Não vou permitir que se vejam novamente.
- Você não pode nos impedir.
- Bem, nesse caso se eu os vir novamente juntos terei de matá-lo - E Louis engoliu em seco rendendo-se.
   Ouviram alguém bater na porta e rapidamente levaram á atenção até a mesma. Uma enfermeira de uniforme branco com um pequeno copo descartável entrou no quarto.
- Tome isso, sim? - Disse entregando o copo a Louis. Que olhando dentro viu dois comprimidos. Os engoliu mesmo sem água, já tinha engolido muita coisa pior. Fez uma careta.
- Fiquei preocupado.
- Me desculpe, tive que ir.
- Você não vê quantas vidas colocou em risco Louis?
- Eu sei vô, eu sei. Mas eu precisava, era o Niall.
- Não é a primeira vez que você põe vidas em risco e não vê as consequências, você também corria risco.
- Eu salvei a vida do Niall e aceito um ''parabéns'' - Ele já tinha perdido a paciência. Marcus negou com cabeça.
- Eu sabia que ele não seria o suficiente - Proferiu mais para si mesmo que para Louis.
- O que?
- Eu tenho que ir Louis.
- Pra onde você vai?
   E se levantou sem responder nenhuma das duas perguntas de Louis, apenas jogou uma chave preta de carro para o mesmo e saiu. Ele franziu o cenho para aquilo mas ignorou, queria mesmo era que Niall acordasse, mas o mesmo dormia como um anjo, e era uma pena que ele não fosse mais um. Louis suspirou.
- Por que não me contou?! - Disse Liam entrando no quarto de supetão. Louis fingiu não entender - Não faça essa cara, você sabe do que estou falando.
- Você iria matá-lo!
- Talvez você tenha se esquecido mas eu refresco sua memória, ele é um demônio! - Arqueou as sobrancelhas.
- Quer parar de gritar? Ainda estamos em um hospital - Louis bufou.
- Não mude de assunto, ainda estamos falando da sua aliança com um demônio.
- Por que não podem simplesmente entender que ele é diferente?
- Acho que você se esqueceu novamente, deixa eu refrescar a sua memória novamente. Ele fez do Niall um humano, ajudou Zayn a fazê-lo perder a Graça Divina. Então não, ele não é diferente.
- E desde quado você virou amiguinho do Niall? - Louis arqueou as sobrancelhas - Eu não disse que o perdoei, está me vendo saltitando feliz jogando flores pela floresta com ele? - Liam bufou.
- Olha, se vamos trabalhar juntos é bom que saiba a verdade - Louis semicerrou os olhos - Fui eu quem libertou Lúcifer - Ouviram Niall suspirar mas o mesmo ainda dormia, Louis ainda não entendia muito bem o que havia acontecido, ele gostava de acreditar que Liam não tinha realmente o feito - Eu quebrei os último selo.
- Selo?
- Pense nos selos como trancas, a última se abre e Lúcifer sai livre.
- Mas você... Como é possível?
- Convoquei Lilith, um demônio muito poderoso. O último selo era um sacrifício, torturar almas - Louis o olhou com os olhos arregalados - Não, eu não estive no inferno. Mandamos um homem qualquer para lá e quando o mesmo dizia que não aguentava mais Lilith lhe dava a opção de sair caso o mesmo torturasse algumas almas, ele não aceitou de início mais a medida que o tempo passou a opção que Lilith lhe deu foi ficando cada vez mais tentadora, e uma hora ele não aguentou - Niall se remexeu na cama.
- Mas por que você o fez?
- Eu queria vingança.
- Zayn o fez algo?
- Sim. Matou minha mãe - Louis franziu o cenho.
- Como? O que ele fez?
- Ele a queimou viva, no teto. Mas ele me marcou, cortou seu pulso e eu bebi seu sangue - E virou o rosto não querendo se lembrar daquilo.
- Liam você é... Você é médium?
- Tipo, entortar colheres?
- Não. Você faz alguma coisa especial? - Liam o olhou como se ele fosse louco. Mas colocou a mão no queixo como se pensasse em algo.
- Para falar a verdade, eu já jurei ter conseguido mover um copo. Eu era criança, então achei que estivesse ficando maluco, mas se você considera isso um dom... - E deu ombros.
- Vamos, move isso - E o entregou as chaves que seu avô lhe dera.
- Hey não é assim. Eu acho que só consigo trabalho sob pressão - E num movimento rápido Louis jogou uma faca qualquer em direção a Liam que milésimos antes de a mesma tocar seu rosto parou-a no ar e simplesmente pegou-a com sua mão - Tá ficando louco?
- Fascinante - Disse ao receber de volta a faca - Isso teria nos ajudado e muito ontem á noite - Disse Louis como se o advertisse.
- Eu não controlo isso, as vezes dá certo, as vezes não dá. Tenho medo de fazer besteira.
- Você já fez, e das grandes. Achou que poderia matar Lúcifer sozinho?
- É achei sim, e além do mais o sangue dele em mim já é um incentivo.
- O sangue não é dele.
- O sangue está em mim e não em você.
- Na verdade está, eu também fui marcado.
- Tá falando sério? - E este assentiu.
- Mas não foi ele, eu pude ver. Ele me mostrou, num sonho - Niall se remexeu novamente. Louis já estava cansado de esperar que o mesmo acordasse.
- E o que viu?
- Quem me marcou. Não foi ele, era um outro homem, tinha olhos verdes e cabelo castanho claro. Certamente não era ele.
- Mas talvez seja ele no meu caso.
- Não, Zayn não é do tipo que suja os sapatos por algo que pode mandar o fazer.
- Então pode ser que o mesmo que me marcou marcou você também?
- Talvez sim, talvez não. O problema é que você libertou Lúcifer e agora ele anda livre por ai.
- Você o que? - Disse Niall se sentando na cama e acordando de supetão.
     Logo Liam e Niall começaram a gritar e discutir entre si como se Louis já não estivesse mais ali e o mesmo então decidiu que essa era sua deixa para sair dali. Tomou em mãos a chave de carro que seu avô lhe dera e saiu até o estacionamento, olhou em volta mas havia muitos carro ali. Acionou o alarme esperando que o som lhe guiasse até o carro e logo ouviu o som vindo de um Sedan Tesla Modelo S Preto. Louis abriu a boca em um pequeno ''o'' e mesmo não estando realmente feliz deixou que um sorriso se formasse em seus lábios.


    A noite já caía em Paris, as ruas estavam desertas e poucas pessoas passavam pela mesma, apenas algumas lojas se encontravam abertas, naquela noite por algum motivo a chuva resolveu assolar a cidade, os raios e trovões cortavam o céu enquanto os grossos pingos da chuva beijavam o rosto de Zayn, o mesmo suspirou profundamente e pôs se a andar novamente, a jaqueta de couro negro estava completamente encharcada assim como o resto de suas roupas e seus cabelos negros, sua pele estava gélida e ele ainda mancava um pouco por conta da facada que Harry havia lhe dado, murmurando um "droga" ele apoiou as costas na parede de um beco, levou uma das mãos até o rasgo em sua calça, onde Harry havia o acertado, colocou as mãos sobre o machucado e sentindo uma forte dor, o machucado havia se curado por completo e logo ele estava bem novamente, ajeitou a jaqueta em seu corpo e voltou a andar até chegar em um posto de gasolina pouco movimentado, e se escondendo  nas sombras no fundo do posto de gasolina ele avistou o carro se aproximar, como previsto Marcus havia pedido reforços, pobre e tolo Marcus, ele não entende que todos seus esforços serão em vão quando ele por fim arrancar a âncora de Louis, ele é Lúcifer, sempre tem o que quer e consegue sem o mínimo esforço possível, não é agora que deixará meros adolescentes o vencerem. Olhava tudo atentamente, e terminando de abastecer o carro, adentrou no mesmo e voltou a estrada, Zayn saiu das sombras e sorriu maldoso.
- Que a diversão comece.

Continua...

Podem atirar pedras em mim eu deixo... Mil desculpas pela demora gente, devia ter postado isso antes, junto a Perfect Incosequence, maaas a preguiça num deixou e to em castigando por isso, desculpa mesmo, amanhã msm eu posto a continuação de Perfect Incosequence, até postaria hoje mas quero colocar gifs pra vocês ^^ bem é isso, digam o que acharam desse capítulo, me xinguem se quiser eu deixo, mas não deixem de comentar e dizer o que acharam. Me desculpem pelo tamanho do capítulo :P - Sara xoxo