+ I'm Here For You - Capitulo 4

- A menina chamada Sophia.
Let me give your heart a break , your heart a break - Demi Lovato.

Quando eu abri os olhos novamente não reconhecia o lugar em que eu estava. Estava tudo escuro e muito frio. Chovia bastante e o vento não ajudava. E pra complicar eu estava com roupa de dormir. Eu me encolhia e massageava meus braços olhando em volta. Onde cargas d’águas eu estava? Era uma rua escura, uma rua.. Abandonada. Eu não entendia. Não fazia sentido. Eu não tinha ido pra lá, eu me lembrava. Eu tinha dormido em um hotel, em Londres, não era? Ou não? Agora eu já estava confusa. Aquele lugar definitivamente não era Londres. Parecia a cidade onde eu morava só que.. Alguns anos atrás. Eu estava sozinha em um lugar tão.. Assombroso. Eu precisava de ajuda. Eu gritava, mas.. A minha voz não saia. Eu estava em desespero, estava tentando correr, mas o meu corpo não se mexia. Era como se eu precisasse ficar ali, era como se eu precisasse testemunhar algo. Estava prestes a me forçar a correr quando alguém apareceu. Estava escuro e ela corria. Corria desesperadamente. Alguém a perseguia. Um bandido talvez.. Minha cabeça começou a dor e eu levei as duas mãos até elas. Doía demais. Eu não conseguia me concentrar mais. Quando olhei para a mulher ela corria gritando que a deixasse em paz, ela estava grávida, eu conseguia ver isso, sua barriga estava enorme. Eu corri até ela, eu queria ajudar, mas era estranho, quanto mais eu corria mais ela ficava longe de mim. Tentei gritar, tentei avisar.. Mas não deu. Tudo ficou branco.. 
E então eu acordei suando frio. Um sonho. Foi apenas um sonho.

Minha respiração estava ofegante, eu estava cansada como se eu tivesse realmente corrido. Aquele sonho foi tão real. Passei a mão pelos cabelos e me sentei. Parecia ser muito cedo ainda, o céu estava encoberto e não havia um único sinal de vida vinda do sol. O clima estava agradável, estava até mais quente que o dia anterior, eu poderia até arriscar uma piscina, mas eu não havia trago roupas de banho – e não sabia nadar. Não é minha culpa, afinal Londres não é conhecida por ter climas quentes, e sim justamente o contrário. O último SMS recebido ainda rondava meus pensamentos, ainda estava um pouco assustada sobre como ele ou ela conseguia tantas informações sobre mim. Sabe aquelas séries de investigação onde o personagem principal é perseguido por um serial killer? Pois é, eu acho na minha atual situação eu era a vítima que morria no final. Sentei-me e olhei em volta, agora que eu tinha parado pra notar como o meu quarto era. Pequeno, mas confortável. Estava ótimo pra mim já que nunca me importei com coisas luxuosas. Esfreguei os olhos com as mãos e me levantei meio zonza, estava sonolenta demais para andar. Andei até o pequeno banheiro e joguei água no rosto, apenas para conseguir ficar acordada o suficiente para procurar o que vestir. Voltei para o pequeno quarto que continha um pequeno armário – que ainda estava um pouco vazio. Não foi difícil escolher a roupa que eu queria. Escolhi um tênis qualquer, mas que eu amava, e duas pulseiras – para esconder meus antigos cortes.

Voltei para a cozinha e sala já que não havia divisórias entre as mesmas. Meu quarto não tinha espelhos e se for pensar no assunto não há espelho algum pelo meu apartamento. Deprimente. Como uma garota irá se arrumar sem um único espelho? "Vou comprar um" Pensei enquanto me olhava no reflexo da porta que dava na sacada. Foi um pouco complicado entender o que era a touca e o que era meu cabelo, mas acho que estava apresentável. Meu celular estava tocando. O peguei e era um número desconhecido, mas eu conseguia ver o número, parecia do Brasil. Minha mão tremia mais que a bisavó de uma ex amiga minha durante o almoço. Minhas pernas ficaram bambas e eu precisei me sentar.

Eu: A-a-al-alô?
XX: S..S..Se..Se..
Eu: Eu não consigo entender.
XX: S..se..
Eu: Ainda não consigo.
XX: Melhorou?
Eu: Sim. Melhorou. Quem é?
XX: É a Becky.
Eu: Ah. Becky. – Estava aliviada. Me deitei no sofá, sentindo uma moleza que explicava o meu pânico.
Becky: Aconteceu algo?
Eu: Não seja louca mulher, a única coisa que pode acontecer é eu me apaixonar por um galã de cinema.
Becky: Como você sonha alto. – ela falou rindo.
Eu: Isso é uma ironia à minha altura?
Becky: Nada a declarar.
Eu: Vou declarar é a minha mão na sua cara.
Becky: Quanta agressividade.
Eu: Como está a minha pequena?
Becky: Sentindo sua falta, mas ela se distrai bastante vendo televisão.
Eu: Eu disse que você iria conseguir.
Becky: Seu apartamento deve ser enorme né?
Eu: Super pequeno. Eu escolhi ele.
Becky: Imagino que deve ser repleto de espelhos.
Eu: BECKY, NÃO TEM NENHUM ESPELHO. Eu quero sair e tive que me olhar no reflexo da janela.
Becky: Que castigo.
Eu: Idiota.
Becky: Eu falei com a sua mãe.
Eu: E ai?
Becky: Pedi demissão. Estou pagando aluguel de uma casa pequena pra mim e pra Annie com o dinheiro que sua mãe me deu.
Eu: Onde?
Becky: A mesma da minha mãe.
Eu: Eu te ajudo, Becky.
Becky: Não. Vamos ficar bem.
Eu: Você não pode trabalhar, ou quem irá cuidar da Annie?
Becky: Não sei..
Eu: Sobrou duzentos do primeiro pagamento do apartamento, vou te mandar.
Becky: Não. Eu n..
Eu: Vou mandar. Preciso ir.
Becky: Não.. Espera.
Eu: Até depois. Beijos.

É claro que ela não iria aceitar, é óbvio que não. Eu conhecia a Becky o suficientemente bem pra saber que ela era muito orgulhosa. Eu mandaria assim mesmo e tornaria a mandar caso ela devolvesse. Eu tenho que ajudar a Annie. Já que não estou perto, ao menos de longe. O problema é: Fiquei sem roupas. Perfeito. Vou passar frio em Londres, viagem perfeita. Peguei uma bolsa qualquer e coloquei meus documentos, um endereço, meu celular, um dinheiro e uma barra de chocolate. Eu estava disposta a ir até o trabalho da Sophia, assim que eu descobrisse onde ficava. É claro, eu tenho GPS no celular, porém há um pequeno problema: Eu não sei usar.



Sophia POV’s

Dormir. Dormir. Dormir. Dormir. Eu quero dormir. Queria poder me deitar e só levantar no próximo milênio, quando eu tiver mais ou menos uns.. Oitocentos anos, talvez. Abri os olhos e olhei em volta. Morar sozinha é uma das melhores coisas que se pode acontecer à alguém. Só tem um pequeno problema.. EU NÃO SEI SER ORGANIZADA! Me sentei na cama e levei a mão até um criado-mudo que tinha ao lado. Tinha um pedaço de pizza que parecia ser do mês passado. Balancei a cabeça negativamente e me levantei. Alguma coisa estava grudada no meu pé. “Que não seja pizza. Que não seja pizza. Que não seja pizza” Torcia mentalmente enquanto me recusava a olhar. Engoli a seco e abaixei a cabeça. Por um lado era bom, não era Pizza. Por outro.. Eu preferia a Pizza. Onde eu estava pisando? Em um monte de geleia de uva que agora não tinha mais sua cor roxa. Que nojo! Eu precisava de ajuda com esse quarto, e é pra agora. Olhei para a cama, para o chão, para a cômoda, para o criado-mudo.. havia perdido meu celular pela décima quinta vez. Arregalei os olhos e tornei a olhar para o criado-mudo. O relógio marcava 7hrs em ponto. E isso só podia significar uma coisa: EU ESTAVA ATRASADA!

Nunca tomei um banho tão rápido quanto havia tomado hoje. Banho de gato, perfeito pra mim. Me enrolei na toalha e me olhei no espelho, meu rosto estava tão inchado  Levei ambas as mãos o apertando do lado, como se tal coisa pudesse reduzir seu tamanho, como magia. Mas eu não precisava de magia, eu precisava é de um regime. Desviei o olhar do espelho e respirei fundo. Eu precisava controlar meus pensamentos sobre meu corpo, eu precisava me convencer de que ele era meu, de que ele era assim, de que ele era perfeito assim. Mas.. Não era o que eu via. Eu via uma menina gordinha, que era deixada de lado em tudo que fazia. Morar sozinha apenas intensificava tal sentimento. Eu precisava de ajuda, mas não tinha coragem o suficiente para admitir, e mesmo que tivesse.. A quem eu iria admitir? Meus pais estavam à KM de distância de mim. Tentei me concentrar na hora, e ela me dizia que só tinha dez minutos. Peguei o meu querido e terrível uniforme e o vesti. Eu o odiava de todas as maneiras que se era possível odiar uma roupa. Deixei os cabelos soltou e coloquei a toca – que agora tinha sua finalidade descartada.

As ruas estavam vazias e o clima estava simplesmente perfeito. Eu até me arrisquei a sair sem meu habitual casaco – e já estou me arrependendo. Uma brisa um pouco gelada tocou minha face, fazendo com que eu me arrepiasse dos pés até o último fio de cabelo. Porém, para minha sorte, meu trabalho ficava bem perto e logo eu me vi entrando pelas portas dos fundo, uma vez que as portas dianteiras eram exclusivamente para o público. Eu trabalho em um dos restaurantes e lanchonetes mais famosos de toda Londres. É um trabalho tão.. Trabalhoso, que os funcionários não podem trabalhar mais que cinco horas por dias. A rotação da carga horária era fantástica. 8 às 5, de 5 às 22, das 22 às 3 e das 3 às 8. Aberto 24 horas por dias com uma quantidade de funcionários enorme. O atendimento era rápido e excelente. Era um dos locais mais procurados, para minha sorte. Mal havia posto meus pés dentro da cozinha e alguém já me segurou pelo braço.

XX: Você já olhou pro relógio? Já?

Eu: Bom dia, Amélia.
Amélia: Não me venha com Bom dia, você está dez minutos atrasada.
Eu: Poxa, dez minutos a menos no seu sono da beleza, acredite, vai te fazer falta.
Amélia: Sua cabeça também deve fazer falta pro seu corpo.
Eu: Ué, e quem vai arrancar? Você? Poxa, a filhinha do papai criou coragem?
Amélia: E a gordinha, encarou um regime?
Eu: EU NÃO SOU GORDA!
Amélia: Não é o que a balança diz, Sophia.
Clara: Para com isso, Amélia. – ela tentou evitar mo transtorno que isso iria me trazer.
Amélia: Para com o que? Não posso dizer que qualquer hora ela irá travar naquela porta? – Ela falou apontando para a porta.
Jubs: Amélia, olha o que você tá causando. – Jubs a advertiu. – Sossegue.
Amélia: Porque ela fica assim? Porque em vez de chorar, só não faz um regime. Talvez assim arrume um namorado
Eu: Escuta aqui.. – minha voz era fraca, misturada aos soluços.
XX: Já chega, meninas. – um homem nos interrompeu. – Ela já chegou Amélia, pode ir embora agora.
Amélia: Até mais, fofinha. – ela disse e eu apenas sai correndo pro banheiro.

Tranquei a porta e apenas me joguei no chão. Isso não era comum. Porque eu tinha que eu tinha de sofrer mais que as outras pessoas? Não era justo. Dói. Dói muito saber que você não é tão perfeita quanto queria. Amélia era filha de um dono de banco, ela trabalhava simplesmente porque não tinha algo mais digno para fazer, ou porque me perturbar tornou seu hobby favorito. Mas quando eu passei a substituí-la nas trocas de turno ficou mais difícil nos encontrarmos durante os expedientes. Minha cabeça estava apoiada sobre meus joelhos enquanto eu abraçava minhas pernas como se precisasse protegê-las. 
Jubs: Sophy? Abre a porta.
Eu: Vai embora Jubs.
Jubs: Por favor Sophy, sabe que a Amélia não falou a verdade. Você é linda, sabe disso.
Eu: NÃO É VERDADE!
Jubs: Eu não acredito que você vai se deixar levar pelo que aquela barbie de peruca disse.
Eu: Só me deixa em paz.
Jubs: Sophia, destranque a porta agora.
Eu: Não.
Jubs: Para de criancice.
Eu: Vai embora.
Jubs: Sophia, eu tenho a chave reserva e eu vou pegar se você não sair.
Eu: Não tem, eu to com ela.
Jubs: Anda Sophia.
Eu: Vai pro inferno.
Jubs: Sophy, o Josh vai fica com raiva se você não aparecer. – eu não respondi. – Você sabe como ele odeia atrasos e sumiços. Você precisa desse emprego.
Jubs: Pelo emprego.

Minha voz ecoou no enorme e limpo banheiro e aos poucos fui me levantando e andando em direção a porta. Eu não olhei para ninguém. Todos estavam ali, parados diante a mim como se eu fosse a problemática. Como se eu fosse a única a ter problemas. Como se eu, e apenas eu, fosse a causa pelas brigas que aconteciam com frequência. Andei até um pequeino cômodo próximo a cozinha, estava procurando algum bloco e uma caneta.
XX: Mas que ingrata, ela nem olhou nos meus olhos.
Clara: Seja mais homem, Josh.
XX: Eu a ajudei, queria ao menos um obrigada.
Clara: Com uma rosa junto? – eu podia a inconfundível e escandalosa risada da Clara de longe.
XX: Vá dizer que eu preciso falar com a Sophia.
Clara: Ok Josh. – eu a ouvi melhor agora, então ela estava perto.
XX: E MEU NOME NÃO É JOSH! – eu o ouvi gritar e comecei a rir sozinha quando ela entrou onde eu estava.
Clara: Sempre pensei que o nome dele fosse Josh.
Eu: Eu estava contando as horas pra ele se irritar contigo. - falei ainda rindo.
Clara: Nem pra me avisar que não era esse o nome.
Eu: Era mais engraçado ver as caretas dele.
Clara: Você é uma péssima amiga.
Eu: Eu sou uma santa. Santa Sophia..
Clara: Faça sua oração. É eu sei. – ela me interrompeu e eu apenas ri. – Josh.. Digo.. eu nem sei o nome dele, quer falar contigo.
Eu: Eu sei, estava ouvindo.
Clara: E porque você me fez vir aqui?
Eu: Eu não fiz suas pernas andarem até aqui, Clara.
clara: Mas foi o motivo por elas terem vindo até aqui.
Eu: E serei o motivo longe daqui. – eu falei rindo enquanto me retirava.
Clara: E amarre os cabelos, Josh vai se irritar.
Eu: James.
Clara: Hã?
Eu: O nome dele é James. Não Josh.

Quando eu entrei na sala do James, ele tinha um olhar furioso, como se estivesse sendo obrigado a fazer algo que não queria. Eu seria demitida. Estava na cara. Era isso. Ele estava me punindo por ter roubado algumas batatas na semana passada. Ele deve ter descoberto que os furtos das tortas eram por minha culpa, que eu as comia junto com a Bety. Eu estava em problemas. Eu fechei a porta devagar, querendo sair dali o mais rápido possível. Quando me dei conta, havia mais uma pessoa na sala, uma garota, eu não a conhecia, mas tinha vontade de esganá-la. Era muito rosa para uma pessoa só. Minha vista chegava doer. Ela estava se sentindo em Legalmente loira ou o quê? E eu estou com a pequena impressão de que os diamantes no colar dela são verdadeiros. Jay fez uma menção para que eu me sentasse e assim eu o fiz.
James: Sabe que você é a melhor funcionária que temos no momento, não sabe?
Eu: Não. Não sei.
James: Bom, mas deveria saber.
Eu: Difícil com você dizendo que eu sou a pior.
James: Bom, você botou sal em um suco né.
Eu: Ué, a mulher reclamou que era doce demais.
James: E isso não te dá o direito de por sal.
Eu: Pra mim tava bom.
James: Sophia, a questão é, quero que você supervisione alguém. – meu olhos caíram sobre a menina na sala – Sim. Ela mesma. Ela se chama Catherine.
Eu: James, me demita. Mas não quero isso.
James: Ela não lhe trará problemas como a Amélia, eu te garanto.
Eu: Se ela mencionar a palavra gorda, fofa e seus sinônimos, eu faço o rosa virar vermelho com um pedaço de pau.
Catherine: Meu Deus. – foi a primeira vez em que eu a ouvi.
Eu: Pois é, você verá Deus. – eu a vi arregalar os olhos.

Agora além de ter que aturar a nojenta da Amélia, eu iria precisar supervisionar a sua cópia, só que bem mais rosa. A menina parecia assustada e simplesmente não sabia como por um avental. Eu sugeri que ela o colocasse na cabeça, e ela o fez. Foi difícil ajudá-la em meio a minha habitual crise de riso. Depois de algumas horas ela estava vestida. Ótimo. Ela não se sentia a vontade, passava as mãos na roupa o tempo inteiro, era como se.. tivesse pano demais e a estivesse sufocando. Ou a falta de cor estava subindo a cabeça dela, ou os cabelos loiros tinham comido o que ela chamava de cérebro.
Eu: Pois bem. Está vendo o Rupert ali? – eu apontei para onde Rupert Grint encontrava-se sentado com uma amiga.
Cat: RUPERT GRINT! – ela estava prestes a correr quando eu a segurei pelos cabelos. – ai, cabelo. Ai ai ai ai ai.
Eu: Não é pra correr até ele. Quero que entregue o pedido dele. – eu apontei para três bandejas.
Cat: Mas eu só tenho duas mãos.
Eu: E tem duas pernas pra ir e voltar, e fazer duas viagens.
Cat: Posso por uma na cabeça como minha mãe fazia pra buscar água.
Eu: Se você fizer isso eu juro que sua cabeça se separa do seu corpo.
Cat: Quanta agressividade.
Eu: É. Agora vai e entrega isso. – eu falei empurrando uma bandeja pra ela.

Eu simplesmente nunca ri tanto na minha vida. Eu nunca pensei que pudesse existir alguém que fosse se embolar com uma coisa tão simples como carregar uma bandeja. Catherine simlesmente parecia estar com medo de chegar até Rupert como se ele pudesse a comer viva. Seus pés mãos se moviam e sua mão tremia de mais. O suco que ele havia pedido simplesmente estava mais fora que dentro do copo. Uma criança corria em sua direção e eu levei a mão até a boca. “Já era, perdi meu emprego” Pensei. Me apoiei no balcão tentando não piscar para não perder nada e então tudo aconteceu. SPLAAAAAAFT!!!! Ela havia se assustado com o menino esbarrando em suas pernas e jogou a bandeja pro alto, que consequêntemente havia caido bem longe dali. Eu achei que meu pulmão fosse saltar boca à fora. Eu ria compulsivamente e quando me dei conta, era a única rindo, caindo no chão perto do balcão. Tentei me recuperar e me levantei. Cat chorava. As crianças corriam. E eu limpava.
Eu: Para de chorar, garota.
Cat: Caiu tuuuuuuuudo.
Eu: Porque você jogou sua mula. Vai pegar outro pedido pro Rupert.
Cat: Não quero.
Eu: Quer ser demitida?
Cat: Não.
Eu: Oras então pega.
Cat: E se cair?
Eu: Garanto que você perde as pernas.
Rupert: Olha, não tem problema, eu pago pelo lanche. Estou realmente atrasado. - eu pude ver ele conter a risada.
Eu: Não. Pelo amor. Se você sair sem seu lanche, meu chefe me mata.
Rupert: Hn.. Diga a seu chefe que eu irei voltar para o almoço. Que tal?
Cat: Relevante. – Cat falou em meio ao choro.
Eu: Calada loira. Engole o choro e vai lá pra dentro.
Rupert: Porque ela ta chorando?
Eu: Eu não sei, deve ser defeito de fábrica.
Rupert: Aqui está. – ele me entregou o dinheiro.
Eu: Nossa, mas aqui tem muito.
Rupert: Gorjeta. Você vai precisar. - agora ele ria.
Eu: Realmente v.. CATHERINE, ISSO É UM FREEZER, NÃO GUARDE A DROGA DO LEITE AÍ! – Foi a última coisa que eu disse antes de voltar para o balcão.
Como prometi, aqui está o capítulo. Esperem que gostem. E preparem os seus corações, no próximo capitulo terá um dos meninos já. Estou mega ansiosa pra saber a reação de vocês. Obg por todas que me desejaram melhoras, estou melhorando, trabalho complica um pouco, mas aqui estou. Obg pelos comentários, isso é importante pra mim. Beijinhos. xx
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26 comentários:

  1. Perfeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito!

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  2. Adorei, sério. Me identifico muito com a personagem principal *-* ... continua ;)

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  3. continua ta otimo.E continua tambem the world turns!
    CONTINUA!!!

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  4. Estou mega curiosa
    Será qual dos minos que vai aparecer?
    Continue o mais rápido possivel.Está muito perfeito e engraçado.
    Malikisses

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  5. Não tem nem palavras pra descrever a fic, simplesmente amando a fic! E ansiosa pra saber qual dos meninos que vai aparecer! Continua logo!

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  6. Amei *--------* Continuaa super ansiosa !!
    Divulga meu blog ?? http://i-m-a-g-i-n-e-directioner.blogspot.com.br

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  7. Por favor e pelo amor de Deus posta o proximo logo!!!! Ta muito liamdo e perfeito!!!!! Bjs

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  8. perfeito continua Ali eu to amando

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  9. caracaa minha mãe acha que sou doida pq fico rindo na frente do pc
    eu rir demais com essa catherine kkk ta otimoo flor continua to amandoo

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  10. Perfeito amei continua logo !!!

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  11. Oh God, vou ter mais um heart attack. Quer me matar de curiosidade? Vc e ma.... Aushuhsa

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  12. Muito bom, quando a Catherine jogou as bandeijas eu começei a rir muito !!!!!

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  13. CONTINUA.....RI MUITO COM ESSE CAPÍTULO FIQUEI IMAGINANDO A CENA UHUSUSSAUHSHU CONTINUA TÁ PERFEITO

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  14. Ameeeeeeeeei eu ri quase o tempo inteiro tive até quase falta de ar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk meu deus kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ela humilha as loiras que maldade KKKKKKKKKK Perfeito amei continua

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  15. AMEI esse capitulo tive uns 3 ataques de risos tipo muito bomm
    bjokks
    sili <3

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  16. AMEIIII não para não não vejo a hora de um dos minos aparecer e tomara q "eu" encontre a Sophia denovo ela ée muito divertida e precisa de uma compania.
    by:Duda

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  17. ADOREI, muito engraçado, ri pacas aki

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  18. kspakspoakspoaks,perfeita essa sua fic,eu sou leitora nova,e quero te dizer que eu amei de um jeito inexplicavel a sua fic ela é maravilhosa,esse negócio de mensagem parece pll omg muita perfeição,continua?

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  19. Ameeeei ta tipo perfeitooooo !!!!!
    Divulga o meu blog por favor eu acabei de começar por favooor ??
    http://fanficdeumadirectionerlloka.blogspot.com.br/
    obrigada e continua ta perfeitoo !!!

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  20. Perfeito minha mãe achou q eu tava ficando doida na hora do "suco com sal" de tanto q eu ri mas parabeins ta perfeito
    Malikisses

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  21. peeerfeito demais *-----------* por favor continua liamda,to dependente da tua fic aauhsahsaushuashaush bjs

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  22. Perfeita mistura de engraçado e tenso. u.u

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  23. caraca posta logo to agoniada já

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  24. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk perfeito perfeito perfeito amei ri orrores!!thatty xx

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  25. chorei de rir com esse capitulo. Muito bom, parabéns!

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